domingo, 8 de março de 2015

Greve acaba se Caetano devolver o que deve, diz Elinaldo

ESPAÇO DO  LEITOR
Gabriel de Camaçari..........................por email




    


Foto: Divulgação

Líder da oposição em Camaçari, vereador Elinaldo
Líder da oposição em Camaçari, o vereador Elinaldo apresentou neste sábado (7) uma sugestão para acabar com a greve dos professores que tem prejudicado cerca de 40 mil alunos. “Basta Caetano devolver o que deve à Prefeitura e pedir para seus apadrinhados deixarem os cargos que ocupam sem trabalhar. Só com o dinheiro que foi condenado a devolver (são mais de R$ 10 milhões) e a economia com as demissões, a prefeitura poderá pagar uma gratificação bem superior à pedida pelos professores e, com certeza, ainda vai sobrar dinheiro para a construção e reforma de escolas”, disse Elinaldo. De acordo com o vereador, que é pré-candidato a prefeito em Camaçari, o método utilizado por Ademar Delgado (prefeito do município) é o mesmo que foi empregado por Caetano quando administrou a cidade. “Primeiro, Caetano não pode esquecer que faz parte do atual governo. Depois, quando foi prefeito, ele arrochou os salários dos professores e outros profissionais da educação e não pagava o piso da categoria. Sinceramente, acho que Caetano pensa que o povo tem memória curta. Não duvido que, daqui a alguns dias, ele vá para as rádios e jornais dizer que fez campanha para a oposição nas últimas eleições para prefeito e governador”, ironizou Elinaldo.

Governo ficou devendo R$ 320,5 milhões a empreiteiras da Lava Jato em 2014



  Dyelle Menezes e Gabriela Salcedo
 Em 2014, o governo federal deixou de pagar R$ 320,5 milhões às empresas envolvidas em esquemas de corrupção investigadas pela operação da Lava Jato. Os recursos se referem ao pagamento de obras ou serviços já executados pelas empreiteiras e reconhecidos pelo governo, mas que ficaram parados na boca do caixa. Como não foram pagos, os valores foram inscritos como restos a pagar processados em 2015. Em outras palavras, os restos a pagar processados representam as despesas públicas liquidadas, ou seja, nas quais o serviço que deu origem a esse gasto já foi efetuado e reconhecido pelo ordenador de despesas, faltando, apenas, o desembolso efetivo do dinheiro (pagamento). Do total de restos a pagar processados tranferidos para esse ano, R$ 293,3 milhões são referentes a serviços prestados em 2014. Os outros R$ 27,2 milhões foram reinscritos, isto é, referem-se a empreendimentos finalizados em anos anteriores. O levantamento realizado pelo Contas Abertas não leva em consideração contratos que estão em curso com a Petrobras e outras estatais, contratante de boa parte dos serviços das empreiteiras investigadas. Além disso, só se refere aos compromissos do govero federal com as empresas, excetuando, assim, estados e municípios. À Construtora Queiroz Galvão, o governo deve R$ 105,9 milhões, o maior montante entre as empreiteiras. O valor é composto praticamente por obras e serviços que não foram pagos em 2014. A maior parcela, R$ 85,5 milhões, é relativa às obras de integração do Rio São Francisco com as Bacias dos Rios Jaguaribe. De anos anteriores, o governo deve apenas R$ 195,6 mil à empresa. A Construtora Norberto Odebrecht virou o ano com R$ 91,2 milhões para receber do governo federal. O valor inteiro é referente a empreendimentos entregues em 2014. O montante ser refere à implantação de estaleiro e base naval para construção e manutenção de submarinos convencionais. A Constran, empresa da holding UTC, é a terceira com maior crédito com o governo. A ela, o governo pode pagar, em 2015, R$ 47 milhões decorrentes dos restos a pagar. Do total, R$ 20,6 milhões vem de anos anteriores a 2014. Entre os restos a pagar processados inscritos está a adequação de trecho rodoviário de Porto Alegre a Pelotas, no Rio Grande do Sul (R$ 10,3 mil), e a construção da ferrovia norte-sul (R$ 16,1 milhões). O presidente da Constran, João Santana, acusou o governo Dilma de usar a operação Lava Jato como desculpa para atrasar o pagamento das empreiteiras envolvidas no caso. “O governo está usando essa coisa de Lava Jato para aproveitar e não pagar ninguém. [...] Eu tenho quase 60 anos e nunca vi um governo numa situação como essa. Ele não paga fornecedor,” disse ele ao jornal O Estado de S. Paulo. Com o adiamento dos pagamentos de obras e serviços prestados em 2014 e a falta de pagamento das obras que ainda estão sendo tocadas – além das dúvidas sobre as consequências das apurações da Lava Jato – as empresas financeiramente inseguras, com dívidas que vencem no curto prazo e bancos que fecham a torneira do crédito. A OAS foi a primeira a sentir tais efeitos e já jogou a toalha. A empreiteira, para qual o governo deve R$ 11,5 milhões, inscritos nos restos a pagar processados de 2015, deu calote de R$ 130 milhões ao deixar de pagar juros e dívidas que venciam em janeiro, mesmo com R$ 1 bilhão em caixa. De acordo com a agência de classificação de risco Fitch, que rebaixou a nota da empresa duas vezes em menos de uma semana, a OAS tem a situação mais complicada entre as investigadas pela Lava Jato. Por conta de dívidas de aproximadamente R$ 2 bilhões, que vencem até 2016, é alto o risco de que o esse caixa seja consumido rapidamente, já que grandes altas não são previstas: a OAS não vem recebendo pelos projetos em parceria com a Petrobras. Com esse cenário, a previsão é de que a maior parte das empresas com o caixa afetado após a operação Lava Jato entrem com pedido de recuperação judicial. De acordo com o especialista em Direito Tributário e professor da Fundação Getúlio Vargas, Fernando Zilveti, essa é a alteranativa mais viável para ganhar tempo e negociar com credores e fornecedores. “Dificilmente conseguirão vender seus ativos a preços competitivos para fazer caixa”, explicou ele. A ameaça de venda de ativos, bem como demissões em massa e paralisação das obras, para o professor, pode ser interpretada como uma espécie de “chantagem” das empresas para que o governo intervenha nos processos judiciais. Se realmente houver venda, a Fitch espera que alguns ativos das construtoras, embora bastante valiosos e com interessados, sofram descontos em seu valor, por causa da conjuntura negativa que enfrenta as empreiteiras. Restos a pagar não processados Considerados os valores combinados em todos os contratos celebrados entre a União e as empreiteiras, a dívida chega a R$ 1,2 bilhão. O aumento se deve em razão dos restos a pagar não processados, aqueles que tiveram as despesas empenhadas, reservadas no orçamento para gasto futuro, mas não foram liquidados, ou seja, não há o reconhecimento do governo quanto à prestação de serviço. As despesas direcionadas as empreiteiras investigadas pela Lava Jato, que ficaram paradas na fase do empenho em 2014, somam R$ 881,5 milhões. Do montante, R$ 590 milhões foram inscritos do ano passado nos restos a pagar não processados de 2015 e R$ 291,5 milhões de anos anteriores. O Ministério da Fazenda, em nota enviada ao jornal Valor Econômico, disse que R$ 38,8 bilhões já foram pagos em restos a pagar em janeiro deste ano. Contudo, o órgão não dispõe de informações sobre pagamentos e créditos específicos das empresas em questão, já que este detalhe estaria no âmbito dos ministérios em que as despesas foram realizadas - See more at: http://www.contasabertas.com.br

sábado, 7 de março de 2015

PMDB quer a cabeça do ministro Pepe Vargas

             

Foto: ABr
Foto: ABr
O PMDB quer a cabeça do ministro das Relações Institucionais da Presidência, Pepe Vargas (PT-RS). E começou a enviar mensagens diretas.
Não bastasse o hoje todo-poderoso presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não conversar com o ministro palaciano e o criticar publicamente, ontem o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL) deixou a dica ao devolver para o Planalto a Medida Provisória 669, a que aumentava alíquotas de contribuição previdenciária sobre receita bruta das empresas.
Um recado não apenas à presidente Dilma pela insatisfação da bancada com o governo, mas em especial com os ministros palacianos.
A cúpula do PMDB no Congresso Nacional ainda não imagina com quem poderia ter boa interlocução com o Planalto além de Pepe. Mas reservadamente deputados acreditam que um ministro de um partido neutro – sem um do PT – seria o ideal, como alguém do PP, do PSD ou do próprio PMDB.
MORDE E ASSOPRA
Renan conseguiu algo inédito em sua biografia. Com exceção do PT, todos os outros partidos aplaudiram sua posição – até o senador Aécio Neves (PSDB-MG), com quem bateu boca calorosamente em plenário há dias.

GENI 
A presidente Dilma se tornou a Geni do Congresso. Além das críticas de aliados da base para todos os lados, e da devolução da MP – que logo se tornou Projeto de Lei enviado pelo Planalto – o senador Fernando Collor (PTB-AL) atacou o ‘inchaço’ do governo num discurso ontem da tribuna.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Com redução de deputados,a União enonomizaria R$ 39 milhões

Estamos pagando bem a quem merece?

“Se o número de deputados federais diminuísse à metade (tenho certeza de que não sou o único a favor desta redução), a União economizaria R$ 39 milhões, o suficiente para pagar os salários de 20.500 professores em início de carreira”




Sou um ferrenho defensor dos professores, pois tenho convicção que não existe nação decente sem educação. Por trás de um médico, de um engenheiro e de um advogado, por exemplo, existiram inúmeros professores (as) que fizeram bem a sua parte em ajudá-los em suas formações. Na verdade, quase todas as profissões do mundo exigem a presença de um professor e isso faz desta entidade, o pivô de tudo o que a educação representa para a sociedade.
A presidente Dilma disse que a educação é “prioridade das prioridades”, mas confesso que não acredito nisso. Ela fala em aumentar o número de creches, de colocar mais crianças nas escolas, mas eu não ouço falar em começar uma campanha salarial séria que propicie benefícios reais aos professores que muitas vezes se desdobram em suas jornadas de trabalho para conseguirem um pouco mais no final do mês.
Não estou falando de elevar o piso salarial da categoria para pouco mais de R$ 1,9 mil, como estão dizendo por aí. Estou falando em pagar aos professores o suficiente para que eles tenham condições reais de se dedicarem exclusivamente a profissão, de terem condições de prepararem bem as aulas para assim conseguirem transmitir os seus conhecimentos.
Mas, que governante brasileiro teria coragem de pagar decentemente os professores? Que congressistas votariam a favor de uma lei que armasse a população contra a ignorância? Duvido que seriam os mesmos congressistas que elevaram os próprios salários num estalar de dedos. Aliás, segundo a Folha de S.Paulo, cada congressista custará aos cofres públicos a bagatela de R$ 151 mil por mês. Com a absurda quantidade de deputados federais e mais 81 senadores, o custo mensal será de R$ 90 milhões.
Se o número de deputados federais diminuísse à metade (tenho certeza de que não sou o único a favor desta redução), a União economizaria R$ 39 milhões, o suficiente para pagar os salários de 20.500 professores em início de carreira.
Enquanto se paga bem a quem muitas vezes nada contribui para sociedade, aos professores restam-lhes apenas as migalhas.
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quinta-feira, 5 de março de 2015

Câmara gastou R$ 135 milhões para divulgar mandatos

Valor foi ressarcido aos deputados na última legislatura. Despesas com a divulgação da atividade parlamentar cresceram em 2014, ano em que a maioria disputou as eleições, mostra a Revista Congresso em Foco





Ag. Câmara
Câmara gastou mais de R$ 671 milhões para cobrir despesas atribuídas por deputados ao exercício do mandato na última legislatura
Embora mantenha uma das maio­res redações de Brasília, com gigantesca estrutura de rádio, TV e internet, a Câmara gastou R$ 135 milhões nos últimos quatro anos para propagandear as ações dos parlamentares, por meio de sites, jornais, panfletos e outras pu­blicações. O dinheiro foi totalmente ressarcido aos deputados mediante apresentação de nota fiscal. O valor corresponde a 20% dos R$ 671 milhões utilizados pela Casa para cobrir despesas atribuídas por deputados ao exercício do mandato na última legislatura por meio da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap), o chamado cotão. Os dados, que compreendem o período de fevereiro de 2011 a 15 de janeiro de 2015, são de levantamento do novo número da Revista Congresso em Foco.
Mas as cifras tendem a crescer. Os parlamentares, mesmo aqueles que não re­novaram o mandato, têm até três meses após a efetuação do gasto para pedir o reembolso. Ou seja, serviço contratado em dezembro ainda pode ressarcido. A divulgação da atividade parlamentar foi a maior despesa do cotão em toda a legislatura na Câmara. Os gastos dessa natureza dispararam em 2014, ano eleitoral em que a maioria dos deputados buscou a reeleição e outros cargos eletivos. Foram R$ 42,3 milhões, acima dos R$ 39 milhões de 2013 e muito além dos R$ 23,8 milhões de 2011, ano de início do mandato.
Nas alturas
O segundo maior gasto ficou por conta das passagens aéreas. Nesse caso, em vez do ressarci­mento, a maioria dos parlamentares opta pela re­quisição de passagens aéreas à Câmara. Em toda a legislatura, a Casa liberou mais de R$ 128 milhões (19% de todo o cotão) para garantir o tradicional voo semanal dos congressistas entre seus estados e Brasília.
A conta com bilhetes aéreos já foi maior. Até 2009, os congressistas utilizavam sobras desse be­nefício para transportar familiares, amigos e aliados políticos, inclusive para viagens de turismo ao ex­terior. Somente após a revelação da chamada “farra das passagens” pelo Congresso em Foco, é que a Câmara e o Senado proibiram expressamente o transporte de familiares e amigos e passaram a di­vulgar a lista dos passageiros e trajetos na internet.

Locação limitada


A terceira maior despesa ficou com o alu­guel de veículos. A locação de carros, vários deles de luxo, consumiu R$ 79 milhões (12%) de toda a verba desde fevereiro de 2011. Esse valor só não foi mais alto porque, no segun­do semestre de 2013, a Câmara limitou esse tipo de despesa a R$ 10 mil após a publicação de uma série de reportagens do Congresso em Foco, com base em dossiê levantado pelo ativista Lúcio Big, que apontava suspeitas de irregularidades, como a locação por empresas que não tinham veículos e pagamentos em valores acima do praticado no mercado. Ele denunciou 20 parlamentares ao TCU.
Senadores
No Senado, as despesas do cotão che­garam a R$ 81,4 milhões na última legisla­tura. Metade desses gastos foi por conta de passagens aéreas, locomoção, hospedagem, alimentação, combustíveis e lubrificantes. Juntos, esses itens consumiram mais de R$ 41 milhões. Só com o voo dos senadores, maior despesa, foram R$ 21,5 milhões. Ou­tros R$ 20,2 milhões tiveram como destino hotéis, restaurantes e postos de gasolina, en­tre outros estabelecimentos. O terceiro maior volume de gastos ficou com o aluguel de imóveis para escritório político, aproximadamente R$ 15 milhões.
Já a divulgação da atividade parlamentar, principal despesa da Câmara, foi apenas a quarta no Senado, com R$ 10,9 milhões nos últimos quatro anos. Em 2014, os senadores gastaram R$ 2,2 milhões, menos do que os R$ 3,3 milhões despendidos no ano anterior. Uma restri­ção imposta pela Casa ajuda a explicar essa queda: norma interna proíbe que senadores que concorrem a algum mandato utilizem a verba com essa finalidade durante o período eleitoral. Este veto não existe na Câmara.
Quem foram os campeões de gastos? Veja a reportagem completa na Revista Congresso em Foco
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quarta-feira, 4 de março de 2015

Blocos parlamentares e coligações desmoralizam a política

“Enquanto as lideranças, os dirigentes partidários e os próprios parlamentares continuarem utilizando desses artifícios para assegurar espaço de poder, dificilmente se avançará em mudanças culturais e de legislação”



A formação de blocos parlamentares apenas para ocupar espaços de poder na estrutura do Legislativo (Mesas e Comissões Permanentes), sem a menor afinidade programática ou ideológica, e que se desfazem logo após cumprirem essa função, leva à completa desmoralização do sistema partidário e eleitoral.
O bloco parlamentar, que consiste na união de dois ou mais partidos, equivale a um só comando, como se fosse um único partido. Entretanto, na prática parlamentar brasileira, os partidos que integram um bloco parlamentar, contrariando os regimentos internos da Câmara e do Senado, continuam com seus líderes, que encaminham votações em nome do partido e não perdem o espaço físico da liderança nem os cargos e outras vantagens a que tem direito. E o mais grave é que esses blocos se dissolvem tão logo atingem seus objetivos, quais sejam: eleger presidentes de comissões e ocupar cargos nas Mesas Diretoras das Casas do Congresso.
Mal comparando, os blocos parlamentares são como as coligações nas eleições proporcionais. Elas são feitas apenas para garantir o quociente eleitoral e assegurar a conversão de votos em mandatos, sem qualquer compromisso com questões doutrinárias. Trata-se de uma verdadeira fraude eleitoral.
Em coligações sem identidade programática, a principal vítima é o eleitor. Imagine o eleitor do Distrito Federal que votou em Érika Kokay (PT), uma defensora dos direitos humanos, mas que seu voto, na prática, ajudou a eleger o pastor Ronaldo Fonseca (Pros), um parlamentar cujo pensamento diametralmente oposto ao da combativa deputada, especialmente em questões como união homoafetiva, aborto, maioridade penal, entre outras. Esse eleitor deve se sentir enganado, assim como o eleitor do pastor, cujo voto foi contabilizado na coligação que ajudou a eleger Érika.
Enquanto as lideranças, os dirigentes partidários e os próprios parlamentares continuarem utilizando desses artifícios para assegurar espaço de poder, dificilmente se avançará em mudanças culturais e de legislação que moralizem e tornem mais equitativas as disputas eleitorais bem como aproximem os representantes dos representados, cujos pressupostos são o cumprimento de programas, a prestação de contas e a alternância no poder.
A solução para evitar esse tipo de fraude, que resulta das coligações e da formação de blocos, seria exigir que os partidos coligados e também aqueles que fizerem parte de blocos parlamentares obrigatoriamente continuem unidos por toda a legislatura, sob pena de perda dos espaços conquistados em razão dessa união. Com isso, só partidos com identidade programática e ideológica se uniriam. Seria equivalente à Federação de Partidos, que são criadas pela união de dois ou mais partidos, porém devem permanecer vinculados programaticamente e sob a mesma liderança no Parlamento por pelo menos três anos.
Para que se aprove uma reforma política digna desse nome, é preciso que parlamentares, lideranças e partidos estejam dispostos a isso e que dêem o exemplo, não permitindo a participação em coligação sem identidade programática nem de bloco parlamentar de conveniência, criado apenas para viabilizar o acesso ao poder.

segunda-feira, 2 de março de 2015