domingo, 17 de agosto de 2014

ELEIÇÕES: Ameaçados pela Ficha Limpa na Bahia






Veja quem são os candidatos contestados pelo Ministério Público Eleitoral e o motivo do pedido de indeferimento da candidatura

Adalberto Lélis Filho (PMDB) 
Deputado Federal
Condenação criminal pelo Tribunal Regional Eleitoral
Carlos Alberto Lopes Brasileiro  (PT)
Deputado Estadual
Reprovação de contas pelo tribunal de contas do estado, tribunal de contas dos municípios e câmara municipal
Carlos Augusto Rodrigues de Brito (PSDB) 
Deputado Estadual
Demissão do Serviço Público
Carlos Augusto Silveira Sobral  (PMDB)
Deputado Estadual
Reprovação de Contas Pelo Tribunal De Contas Dos Municípios
Carlos Caraíbas de Souza (PV) 
Deputado Estadual
Reprovação de Contas Pelo Tribunal De Contas Dos Municípios
Carlos Robson Rodrigues da Silva (PP) 
Deputado Estadual
Reprovação de Contas Pelo Tribunal De Contas Dos Municípios
Cecília Petrina de Carvalho (PT) 
Deputado Estadual
Reprovação de contas pelo Tribunal de Contas dos Municípios
Geraldo Simões de Oliveira (PT) 
Deputado Federal
Reprovação de contas pelo Tribunal de Contas da União
Hermenilson Ferreira Carvalho (PT)
Deputado Estadual
Reprovação de contas pelo Tribunal de Contas dos Municípios
Herzem Gusmão Pereira (PMDB) 
Deputado Estadual
Condenação pelo Tribunal Regional Eleitoral em ação de investigação judicial eleitoral
Hildécio Antonio Meireles Filho (PMDB) 
Deputado Estadual
Reprovação de contas pelo tribunal de contas dos municípios
Jânio Natal Andrade Borges (PRP) 
Deputado Estadual
Reprovação de contas pelo tribunal de contas dos municípios
Joaquim Belarmino Cardoso Neto (PTC)
Deputado Estadual
Reprovação de contas pelo tribunal de contas dos municípios
José Carlos de Jesus Rodrigues (PRB) 
Deputado Federal
Reprovação de contas pelo tribunal de contas do estado
José Luciano Santos Ribeiro (DEM) 
Deputado Estadual
Reprovação de contas pelo tribunal de contas dos municípios
José Nilton Azevedo Leal (DEM) 
Deputado Estadual
Reprovação de contas pelo tribunal de contas dos municípios
José Raimundo Fontes  (PT)
Deputado Estadual
Reprovação de contas pelo tribunal de contas dos municípios e condenação criminal colegiada pelo Tribunal De Justiça Do Estado da Bahia
José Robério Batista de Oliveira (PSB) 
Deputado Estadual
Condenação criminal por órgão colegiado -  Tribunal De Justiça Do Estado Da Bahia
Joseildo Ribeiro Ramos  (PT)
Deputado Estadual
Condenação criminal por órgão colegiado -  Tribunal De Justiça do Estado Da Bahia
Joseph Wallace Faria Bandeir (PSB)
Deputado Federal
Reprovação de contas
Jusmari Terezinha de Souza Oliveira (PSD)
Deputado Federal
Reprovação de contas
Maria Helena da Silva (PSDB)
Deputado Estadual
Reprovação de contas
Orlando Peixoto Pereira Filho (PT) 
Deputado Estadual
Reprovação de contas
Osmar Rodrigues Torres (PT do B) 
Deputado Estadual
Reprovação de contas
Rogério dos Santos Costa (PT) 
Deputado Estadual
Reprovação de contas
Severiano Alves de Souza (PDT) 
Deputado Estadual
Reprovação de contas
Silvio José Santana Santos (PT) 
Deputado Estadual
Reprovação de contas
Tarcizio Suzart Pimenta Junior   (PHS)
Deputado Estadual
Reprovação de contas
Os candidatos acima não estão impedidos de concorrer. As contestações serão analisadas pela Justiça eleitoral, que pode barrar ou não as respectivas candidaturas. Ainda assim, cabe recurso às decisões dos tribunais eleitorais e, em último caso, ao Supremo Tribunal Federal.
Mais sobre eleições 2014
toudeolhoemademar13.blogspot.com

sábado, 16 de agosto de 2014

Juiz eleitoral denuncia: “Apoio de chefe político custa R$ 200 mil”

Por Leandro
webtv-uol
‘Isso está acontecendo neste momento’, revela o juiz Márlon Reis, ‘pai’ da Lei Ficha Limpa: Ele se refere a um modelo tão antigo mas sempre atualizado nas campanhas eleitorais, a compra de voto – agora por lotes de mil, 2 mil, 10 mil votos.
Relatos obtidos dão conta de que subiu a cotação do apoio de caciques locais nos redutos dos candidatos a deputados e senadores: ‘Um chefe político local custa R$ 200 mil’, revela o juiz Márlon, em entrevista na estreia da Esplanada WebTV.
Na entrevista de 15 minutos, Márlon revela o modus operandi da corrupção nas campanhas, diz que existe “o bom e o mau comprador de votos”, e que o agiota é o grande algoz de candidatos endividados.
NOBRE DEPUTADO’
Márlon lança em Brasília dia 15 de setembro, na Cultura do CasaPark, o livro Nobre Deputado – Relato chocante de como nasce, cresce e se perpetua um político corrupto.

sexta-feira, 15 de agosto de 2014

Falta de pessoal e contingenciamento prejudicam combate à corrupção


Existe dinheiro para estádios, e um monte de coisas, menos  para combater  à corrupção

As atividades de fiscalização da Controladoria-Geral da União (CGU) estão comprometidas pela falta de pessoal. Segundo a CGU, das 5 mil vagas autorizadas para cargos efetivos e temporários, apenas 2,3 mil estão ocupados. O número representa menos da metade do quadro. Ao todo, a Presidência da República possui 8.096 posições vagas. As funções nessa situação na CGU representam um terço do total (2,7 mil). O contingenciamento também tem prejudicado as atividades da entidade.
O número de cargos ocupados inclui 126 servidores em exercício nos órgãos setoriais do sistema de controle, ou seja, nas Cisets da PR, Defesa e MRE, além de 128 cedidos para ocupar funções de assessor de Controle Interno dos ministérios, chefias de auditorias internas de autarquias, fundações e empresas estatais, entre outras.
destaque-238554-100313--a8--cgu-ong--divulgacaoO relatório de gestão da CGU de 2013 apontou a escassez de pessoal como uma das maiores dificuldades dos setores. Em 2013, a Diretoria de Sistemas e Informação (DSI), por exemplo, precisou selecionar estratégias para diminuir os riscos e danos para alcançar os objetivos propostos diante do cenário.
A Diretoria de Pesquisas e Informações Estratégicas (DIE) do órgão, que trabalha na coleta de dados que permitam produzir informações estratégicas e antecipar, em situações críticas, o encaminhamento preventivo de soluções e o apoio à tomada de decisão, também apontou a falta de pessoal como principal problema para atingir as metas em 2013.
“No segundo semestre de 2013, as principais dificuldades enfrentadas pela DIE decorreram de fatores como escassez de pessoal e contingenciamento do orçamento [...] Assim, durante a fase de planejamento e posterior revisão, a unidade buscou selecionar estratégias de atuação que minimizassem esses riscos ou trouxessem menos danos aos objetivos propostos”, aponta o relatório.
Em abril, o chefe da CGU, ministro Jorge Hage, solicitou ao Planalto reforço nas equipes responsáveis pelo combate à corrupção no governo. Em ofícios enviados aos ministros Aloizio Mercadante, Casa Civil, e Miriam Belchior, Planejamento, ele requereu “em caráter de urgência”, autorização da presidente Dilma Rousseff para a convocação de candidatos que passaram por concurso público em 2012. E alertou que “o esforço de fazer mais com menos”, no caso do órgão, “atingiu seu limite”.
No ofício, Hage avisa que, com número reduzido de analistas para fiscalizar o governo, tem sido forçado a remanejar pessoal e concentrá-lo na investigação de denúncias relativas à Petrobras. A estatal é pivô de uma crise política que resultou na criação de duas CPIs no Congresso. As informações sobre os ofícios foram publicadas pelo jornal Estado de S.Paulo.
O Ministério do Planejamento explicou ao Contas Abertas que a quantidade de cargos vagos não expressa carência de pessoal, mas a previsibilidade de compor a força de trabalho ao longo de vários anos. “Boa parte dos cargos não são criados para preenchimento imediato, mas de forma escalonada”. De acordo com o Planejamento, essa relação de cargos ocupados e não ocupados está presente em toda a Administração Pública Federal.
Além disso, por conta do fortalecimento das atividades-fim, houve mudança de perfil na composição da força de trabalho no órgão que hoje conta em maior número com servidores de nível superior (1.809 analistas) em detrimento de servidores de nível intermediário (528 técnicos).
“Essa recomposição forte nos cargos de nível superior se reflete no número de cargos vagos, que é maior entre os de nível intermediário. São 1.035 vagos entre os cargos de analista e 1.434 entre os cargos de técnico que estão, no momento, desocupados”, diz nota.
De acordo com o relatório de 2013, apesar dos avanços nas áreas responsáveis, “foi um ano de grandes desafios para a CGU, tanto na gestão administrativa do órgão, como na consecução das ações finalísticas da instituição”.
O Planejamento informou ao Estadão que o concurso público de 2012 teve provimento autorizado no mesmo ano, com 259 vagas. Em nota, explicou que, em janeiro deste ano, foram autorizadas mais 40 vagas, conforme previsão orçamentária. “Todo provimento que estava previsto no orçamento 2014, portanto, foi realizado. Não há nenhum documento pendente”, acrescentou o ministério.
O relatório de 2012 já apontava os mesmos problemas. De acordo com o órgão, naquele ano a CGU também encontrou alguns obstáculos à plena execução de seus objetivos. “As principais dificuldades decorreram da escassez crônica de recursos humanos em face da perda de servidores e da reposição insuficiente, assim como dos limites orçamentários para despesas com diárias e passagens, impostos e fatores recorrentes em relação a exercícios anteriores”. O documento de 2011 também versou sobre a situação.
Redução de recursos
Além da falta de pessoal, a CGU teve que enfrentar forte contingenciamento orçamentário ocorrido no início do 2º semestre de 2013, que dificultaram a manutenção de sua estrutura e o desenvolvimento de suas atividades.
“A gestão administrativa da CGU e a consecução das atividades finalísticas da instituição foram duramente impactadas em 2013 pelo corte orçamentário, alcançando resultados dentro de um cenário revisto a partir da reformulação do planejamento e das metas, com decisões gerenciais focadas em minimizar os danos e mitigar os impactos negativos nos resultados do órgão”, aponta o relatório da Pasta.
A lei orçamentária destinou à CGU o montante de R$ 84,2 milhões para despesas discricionárias (também chamadas de custeio e investimento, são as despesas que o governo pode ou não executar, de acordo com a previsão de receitas). Todavia, ao longo do ano foi imposta limitação de empenhos total de R$ 16,8 milhões. Outras duas portarias do Ministério da Fazenda ainda reduziram o limite de pagamentos.
Segundo o relatório, os fatos deixaram a CGU com séria carência de recursos financeiros para honrar todos os compromissos assumidos, o que comprometeu o funcionamento das unidades do órgão. “Tais limitações tiveram de ser administradas durante todo o exercício, através de sucessivas reduções de gastos relacionadas a atividades essenciais para CGU”.
Entre as práticas atingidas está o Sorteio de Municípios, uma das ferramentas de fiscalização utilizadas pela Secretaria Federal de Controle Interno, e o Portal da Transparência do Governo Federal, principal mecanismo fomentador das práticas de promoção da transparência governamental.
“Com a entrada em vigor da Lei de Acesso à Informação, atribuindo à CGU novas competências, o quantitativo de consultas ao Portal da Transparência aumentou consideravelmente, resultando em uma demanda superior à capacidade de operação e na consequente necessidade de modernização, o que não foi possível nesse exercício”.
Também ocorreram episódios de inadimplência junto a alguns órgãos. O Ministério do Esporte informou à CGU que, a partir do dia 24/10/2013, os serviços prestados à Corregedoria-Geral da União, por meio de contratos do condomínio, assumiriam regime de redução, visto que, devido à indisponibilidade orçamentária e financeira da CGU, não foi possível honrar os compromissos assumidos, o que colocou a entidade “em situação de inadimplência orçamentária e financeira”.
Diante do cenário, a CGU não pôde oferecer aos servidores as condições mínimas de qualidade de trabalho. O responsável pela gestão do Bloco A determinou a suspensão dos serviços de copeiragem, limpeza, vigilância, manutenção predial e de ar condicionado central.
Assim, segundo a Controladoria, a única alternativa foi o fechamento da Corregedoria-Geral da União, com a transferência do corpo diretivo da unidade para o edifício-sede da CGU, e a consequente distribuição das atividades aos demais servidores para que as realizassem por meio de trabalho remoto, com cumprimento de metas e o respectivo acompanhamento pelas chefias.
Além disso, o adimplemento orçamentário e financeiro junto às Superintendências do Ministério da Fazenda nos Estados, que prestam todo o apoio logístico para o funcionamento das Unidades Regionais da CGU, também foi afetado.
Com o intuito de reverter a situação, a CGU atuou junto aos Ministérios do Planejamento e da Fazenda no sentido de obter o descontingenciamento do limite orçamentário e a expansão do limite financeiro.
Em novembro de 2013, portaria trouxe a ampliação do limite de empenho em R$ 12 milhões. De acordo com o relatório, não foi suficiente para cobrir as despesas programadas para o exercício, mas permitiu à CGU honrar parte dos compromissos já assumidos, incluindo as despesas de manutenção e funcionamento das nossas Unidades Regionais.
Entretanto, como os recursos financeiros relativos a esse valor descontingenciado só foram liberados pela Secretaria do Tesouro Nacional no início do mês de dezembro de 2013, a reocupação do espaço pela Corregedoria no Bloco A e retomada da rotina de atividades só ocorreram no dia 06 daquele mês.
Ao Estadão, o presidente da Unacon Sindical, entidade que representa analistas e técnicos de finanças e controle, Rudinei Marques, afirmou que no próximo mês a controladoria não terá mais como bancar nem a conta de luz. “A CGU parou. Os ofícios do ministro não surtiram nenhum efeito, pelo contrário”, protesta.

domingo, 10 de agosto de 2014

Ficha Limpa ameaça cinco deputados paulistas

Além de Maluf, outros quatros parlamentares de São Paulo têm a candidatura contestada pelo Ministério Público Eleitoral. Veja a lista dos ameaçados no maior colégio eleitoral do país e em outros 18 estados



José Cruz/ABr
Na lista da Interpol, Paulo Maluf tem candidatura contestada por causa de condenação de 2013
A Procuradoria Regional Eleitoral em São Paulo divulgou a relação dos 70 candidatos (veja a lista abaixo) contestados com base na Lei da Ficha Limpa. Além de Paulo Maluf (PP-SP), cujo nome já havia sido confirmado pelos procuradores eleitorais ontem (7), outros quatro deputados federais estão na lista dos ameaçados: Abelardo Camarinha (PSB-SP), Edinho Araújo (PMDB-SP), Junji Abe (PSD) e Newton Lima (PT-SP). Desses, apenas Camarinha não tenta a reeleição. Ele concorre a uma vaga na Assembleia Legislativa.
O problema que mais persegue os candidatos é a rejeição de contas no exercício de funções públicas anteriores. Entre os 32 que se enquadram nessa situação estão, por exemplo, Edinho Araújo e a ex-vereadora Soninha Francine (PPS-SP), candidata a deputada federal. O caso do peemedebista é combinado com condenação em órgão colegiado por improbidade administrativa, de acordo com a  Procuradoria. Condenações dessa natureza também ameaçam outros 18 concorrentes, entre eles Maluf, Junji Abe e Newton Lima. Ao todo, os procuradores eleitorais apontaram 14 hipóteses de inelegibilidade com base na Ficha Limpa.
A palavra final sobre todos os 70 casos será dada pela Justiça eleitoral. Os candidatos contestados não estão impedidos de fazer propaganda. Eles têm direito a apresentar suas respectivas defesas e a contestar o Ministério Público Eleitoral. Cada processo será examinado individualmente. A expectativa do procurador regional eleitoral de São Paulo, André de Carvalho Ramos, é que todas as ações sejam julgadas em primeira instância até o final deste mês. Depois da decisão do TRE-SP, cabe recurso tanto à procuradoria quanto aos candidatos.
Congresso em Foco publicou, nesta manhã, a relação dos candidatos contestados com base na Ficha Limpa em 18 estados (veja a lista, estado por estado).
São Paulo
Abelardo Camarinha (PSB)Deputado federal
Alexandre Simões Pimentel (PT)
Deputado estadual
Antonio Amaral Júnior (PT)
Deputado estadual
Aparecida Batista Dias Barreto de Oliveira (PR)Deputada estadual
Adelson de Souza Penha (PV)
Deputado federal
Paulo Sergio Rodrigues Alves (PR)Deputado estadual
Anésia Aparecida Rodrigues Schmidt (PR)
Deputada estadual
Carlos Alberto de Souza (PV)Deputado federal
Osvaldo Franceschi Júnior (PV)
Deputado federal
José Roberto Tricoli (PV)
Deputado estadual
Marco Aurélio Souza (PT)
Deputado estadual
José Antonio da Silva (PT)
Deputado estadual
Valmir Prascidelli (PT-PCdoB)
Deputado federal
Mário Wilson Pedreira Reali (PT-PCdoB)Deputado federal
Maria Helena Borges Vannuchhi (PT)
Deputada estadual
Isac Franco dos Reis (PT)
Deputado estadual
Newton Lima Neto (PT)
Deputado federal
Adauto Aparecido Scardoelli (PT-PCdoB)
Deputado federal
Aparecido Inácio da Silva (SDD)
Deputado estadual
Balbina de Oliveira de Paula Santos (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)
Deputada federal
Miguel Francisco Lopes (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)
Deputado estadual
Delbio Camargo Teruel (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)
Deputado federal
José Izidro Neto (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)
Deputado estadual
Vanessa Damo Orosco (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)
Deputada estadual
Edmilson Gonçalves de Souza PSDC
Deputado estadual
Alexandre José da Cunha (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)
Deputado estadual
Paulo Salim Maluf (PP-SP)Deputado federal
Junji Abe (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)
Deputado federal
Wagner Ricardo Antunes Filho (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)
Deputado estadual
Edson Edinho Coelho de Araújo (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)Deputado federal
Fátima Aparecida Ferreira (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)Deputada federal
Mazen Ezzat Haidar (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)
Deputado estadual
Renato Celso Bonomo Purini (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)
Deputado estadual
Marco Antonio Marchi (coligação PMDB-PROS-PP-PSD)
Deputado estadual
Joseph Zuza Somaan Abdul Massih (PMDB-PP-PSD)
Deputado estadual
João Luis Dias Zafalão (PSTU)
Deputado estadual
Givanildo Manoel da Silva (Psol-PSTU)
Deputado federal
Sandra Pereira da Silva Lima (PTB)
Deputada estadual
Thasmy Rita Campos (PTB)
Deputada estadual
Joseph Rafooul (PTB)
Deputado federal
Marcelo Pires Vieira (PTB)
Deputado estadual
Aroldo Pereira de Souza (PTB)
Deputado federal
Luciano Batista (PTB)
Deputado estadual
Sérgio Fernandes Coelho (PRB)
Deputado federal
Fuad Gabriel Chucre (coligação PSDB/DEM/PPS/PRB)
Deputado estadual
Antonio Carlos Barbosa Neves (coligação PSDB/DEM/PPS/PRB)
Deputado estadual
Francisco Pereira de Sousa Filho (coligação PSDB/DEM/PPS/PRB)
Deputado estadual
Sônia Francine Gaspar Marmo (coligação PSDB/DEM/PPS/PRB)
Deputada federal
Roberto Ramalho Tavares (PRB)
Deputado estadual
Estevam Galvão de Oliveira (coligação PSDB/DEM/PPS/PRB)Deputado estadual
Odmir Alves Pereira (PSB)
Deputado federal
Pedro Tornishigue Mori (PSB)
Deputado federal
Jorge Abissanra (PSB)
Deputado federal
Reinaldo Guimarães Mota (PSB)
Deputado estadual
José Pavan Júnior (PSB)
Deputado estadual
Fabiano André Lucas Mariano (PDT)
Deputado federal
Aluizio Leonardo (PDT)
Deputado federal
Saulo da Silva (PRP)
Deputado
Pedro Nunes Filho (PDT)
Deputado estadual
Luciano Gomes (PSL/PTN/PMN/PTC/PTdoB)
Deputado federal
Roberto Sallandim (PSL/PTN/PMN/PTC/PTdoB)
Deputado federal
Pedro Luiz Viviane (PSL/PTN/PMN/PTC/PTdoB)
Deputado federal
Adler Alfredo Jardim Teixeira (PSC)
Deputado federal
Evanildo dos Santos Brito (PSC)
Deputado estadual
Paulo Cesar Neme (PSC)
Deputado federal
Jaime Donizete Pereira (PSC)
Deputado federal
Ronaldo Ferreira da Costa (PEN)
Deputado estadual
José Roberto de Oliveira (PEN)
Deputado federal
José Antonio da Silva (PT)
Deputado estadual
Aparecido Carlos dos Santos (SDD)
Deputado estadual