O governo municipal de plantão, que se comporta como uma sociedade secreta, como donatário de uma capitania, vem abusando da sorte, promete e não cumpre, vitimiza gerações de camaçarienses com um ensino frágil, transporte público da pior qualidade, saúde doente, vive em letargia crônica, e montou, na Câmara, um escudo, com sua bancada majoritária, que blinda a administraação à todo custo. O Governículo camaçariense não cumpre cartilha da transparência administrativa
quinta-feira, 25 de junho de 2015
Reprovação a Dilma é de 65%, segundo Datafolha
No período pré-impeachment, a taxa de reprovação do ex-presidente Fernando Collor de Mello chegou a 68%. Dilma e Collor estão praticamente empatados, considerando a margem de erro
Ao fim do primeiro semestre de governo, a presidente Dilma Rousseff foi avaliada como ruim ou péssima por 65% do eleitorado, segundo pesquisa do Datafolha divulgada neste sábado (20). A taxa só não é pior que os 68% de reprovação do ex-presidente Fernando Collor de Mello, antes de sofrer impeachment, em setembro de 1992.
De acordo com a Folha de S. Paulo, se considerada a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos, trata-se praticamente de um empate entre o governo da petista e o de Collor.
No levantamento realizado na quarta (17) e na quinta (18), apenas 10% dos brasileiros responderam que o governo de Dilma é bom ou ótimo. Essa taxa equivale a um terço da pior marca da presidente em seu primeiro mandato, os 30% pós-junho de 2013, quando o país foi tomado por uma onda de protestos.
Em comparação com a última pesquisa divulgada pelo instituto, em abril, a reprovação de Dilma subiu cinco pontos e a aprovação oscilou três para baixo.
A atual taxa de aprovação da presidente é baixa entre eleitores de diferentes níveis de renda. No grupo dos mais pobres, os que têm renda familiar mensal de até dois salários mínimos, 11% a aprovam, 62% a reprovam. No segmento dos mais ricos (acima de 10 salários), 12% a aprovam, 66% a reprovam. O mesmo ocorre nos recortes por sexo, idade e escolaridade.
Há alguns contrastes na aprovação por região. No Sudeste, a área mais populosa, só 7% aprovam a presidente. No Nordeste, 14%. Já a reprovação nos nove Estados nordestinos, área onde Dilma obteve enorme vantagem de votos na eleição de 2014, é de 58%.
Confira reportagem na íntegra da Folha de S.Paulo
De acordo com a Folha de S. Paulo, se considerada a margem de erro, de dois pontos para mais ou para menos, trata-se praticamente de um empate entre o governo da petista e o de Collor.
No levantamento realizado na quarta (17) e na quinta (18), apenas 10% dos brasileiros responderam que o governo de Dilma é bom ou ótimo. Essa taxa equivale a um terço da pior marca da presidente em seu primeiro mandato, os 30% pós-junho de 2013, quando o país foi tomado por uma onda de protestos.
Em comparação com a última pesquisa divulgada pelo instituto, em abril, a reprovação de Dilma subiu cinco pontos e a aprovação oscilou três para baixo.
A atual taxa de aprovação da presidente é baixa entre eleitores de diferentes níveis de renda. No grupo dos mais pobres, os que têm renda familiar mensal de até dois salários mínimos, 11% a aprovam, 62% a reprovam. No segmento dos mais ricos (acima de 10 salários), 12% a aprovam, 66% a reprovam. O mesmo ocorre nos recortes por sexo, idade e escolaridade.
Há alguns contrastes na aprovação por região. No Sudeste, a área mais populosa, só 7% aprovam a presidente. No Nordeste, 14%. Já a reprovação nos nove Estados nordestinos, área onde Dilma obteve enorme vantagem de votos na eleição de 2014, é de 58%.
Confira reportagem na íntegra da Folha de S.Paulo
terça-feira, 23 de junho de 2015
Dirceu, Delúbio e João Paulo tentam indulto no mensalão
Após cumprirem cerca de dois anos da pena a que foram condenados no julgamento do mensalão, o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, o ex-presidente da Câmara João Paulo Cunha (PT-SP) e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares trabalham para conseguir o perdão da sentença imposta pelo Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa dos três petistas trabalha para que eles sejam beneficiados com o chamado indulto natalino, concedido pela Presidência da República ao final de cada ano, a exemplo do que ocorreu com o ex-deputado José Genoino (PT-SP).
Dirceu foi sentenciado pelo Supremo Tribunal Federal a sete anos e 11 meses de prisão pelo crime de corrupção ativa. João Paulo cumpre pena de seis anos e quatro meses pelos crimes de peculato e corrupção passiva. Já Delúbio foi condenado a seis anos e oito meses pelo crime de corrupção ativa.
O indulto natalino permite o perdão da pena para presos que estão em regime aberto, ou prisão domiciliar, e para aqueles que já cumpriram um quarto da pena. Dirceu terá cumprido um quarto da pena em novembro. João Paulo e Delúbio chegarão a um quarto da pena em julho deste ano. Em tese, a partir daí, os três poderão requerer o benefício. Para ter direito ao indulto, os condenados não podem ser reincidentes em crimes nem ter problemas de comportamento.
Atualmente, os três cumprem prisão domiciliar e trabalham pelo dia. Pelas regras determinadas pela Justiça, eles têm de estar em casa das 22h às 5h. Eles também são proibidos de falar com os demais condenados no julgamento do mensalão, de portar armas, de ingerir bebidas alcoólicas e de frequentar locais de prostituição. Os petistas também estão obrigados a se apresentar bimestralmente à Vara de Execuções Penais (VEP) de Brasília para falar sobre o cumprimento do regime aberto. Regras que todos vêm cumprindo à risca, conforme pessoas próximas.
De olho no direito ao indulto, eles fazem planos como viagens com familiares, como é o caso de Delúbio Soares, por exemplo. Dos três, Dirceu é o que mais teme uma eventual perda do direito ao indulto natalino. Como apurou o Congresso em Foco, Dirceu tem receio de perder o benefício da extinção de sua pena por conta dos desdobramentos da Operação Lava Jato.
Extratos bancários obtidos junto a investigados da força-tarefa da Lava Jato revelaram que a JD Consultoria, empresa de Dirceu, faturou R$ 29,2 milhões com a prestação de serviços de prospecção de negócios fora do país, principalmente em países como Cuba e Peru, onde o governo mantém parcerias e grandes negócios. A PF já está em fase de conclusão do inquérito contra Dirceu. O ex-ministro da Casa Civil teme que um indiciamento ou mesmo uma condenação possa dirimir suas chances de obter um indulto.
Já João Paulo Cunha e Delúbio tentam ao máximo evitar problemas com a Justiça. Eles mantêm uma rotina rígida e relatam praticamente todos os seus passos à VEP. O ex-deputado e o ex-tesoureiro também evitam dar entrevistas ou mesmo conversar entre si. Hoje, João Paulo Cunha trabalha em um escritório de advocacia de Brasília e Delúbio é assessor da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na capital federal.
Do chamado núcleo político do esquema, apontado pela Procuradoria-Geral da República, apenas o ex-presidente do PT José Genoino recebeu o perdão da pena no final do ano passado. Genoino, no entanto, ainda mantém distância dos demais condenados para que um eventual contato não seja utilizado como argumento contrário à concessão dos demais indultos. O perdão concedido por Dilma foi confirmado este ano pelo Supremo.
Saiba mais sobre o mensalão
Dirceu foi sentenciado pelo Supremo Tribunal Federal a sete anos e 11 meses de prisão pelo crime de corrupção ativa. João Paulo cumpre pena de seis anos e quatro meses pelos crimes de peculato e corrupção passiva. Já Delúbio foi condenado a seis anos e oito meses pelo crime de corrupção ativa.
O indulto natalino permite o perdão da pena para presos que estão em regime aberto, ou prisão domiciliar, e para aqueles que já cumpriram um quarto da pena. Dirceu terá cumprido um quarto da pena em novembro. João Paulo e Delúbio chegarão a um quarto da pena em julho deste ano. Em tese, a partir daí, os três poderão requerer o benefício. Para ter direito ao indulto, os condenados não podem ser reincidentes em crimes nem ter problemas de comportamento.
Atualmente, os três cumprem prisão domiciliar e trabalham pelo dia. Pelas regras determinadas pela Justiça, eles têm de estar em casa das 22h às 5h. Eles também são proibidos de falar com os demais condenados no julgamento do mensalão, de portar armas, de ingerir bebidas alcoólicas e de frequentar locais de prostituição. Os petistas também estão obrigados a se apresentar bimestralmente à Vara de Execuções Penais (VEP) de Brasília para falar sobre o cumprimento do regime aberto. Regras que todos vêm cumprindo à risca, conforme pessoas próximas.
De olho no direito ao indulto, eles fazem planos como viagens com familiares, como é o caso de Delúbio Soares, por exemplo. Dos três, Dirceu é o que mais teme uma eventual perda do direito ao indulto natalino. Como apurou o Congresso em Foco, Dirceu tem receio de perder o benefício da extinção de sua pena por conta dos desdobramentos da Operação Lava Jato.
Extratos bancários obtidos junto a investigados da força-tarefa da Lava Jato revelaram que a JD Consultoria, empresa de Dirceu, faturou R$ 29,2 milhões com a prestação de serviços de prospecção de negócios fora do país, principalmente em países como Cuba e Peru, onde o governo mantém parcerias e grandes negócios. A PF já está em fase de conclusão do inquérito contra Dirceu. O ex-ministro da Casa Civil teme que um indiciamento ou mesmo uma condenação possa dirimir suas chances de obter um indulto.
Já João Paulo Cunha e Delúbio tentam ao máximo evitar problemas com a Justiça. Eles mantêm uma rotina rígida e relatam praticamente todos os seus passos à VEP. O ex-deputado e o ex-tesoureiro também evitam dar entrevistas ou mesmo conversar entre si. Hoje, João Paulo Cunha trabalha em um escritório de advocacia de Brasília e Delúbio é assessor da Central Única dos Trabalhadores (CUT) na capital federal.
Do chamado núcleo político do esquema, apontado pela Procuradoria-Geral da República, apenas o ex-presidente do PT José Genoino recebeu o perdão da pena no final do ano passado. Genoino, no entanto, ainda mantém distância dos demais condenados para que um eventual contato não seja utilizado como argumento contrário à concessão dos demais indultos. O perdão concedido por Dilma foi confirmado este ano pelo Supremo.
Saiba mais sobre o mensalão
sábado, 20 de junho de 2015
Exclusivo: 93 deputados faltaram um ano de mandato
Beto Oliveira
Quarto mais faltoso, Maluf acumulou 198 faltas e 195 presenças na Câmara entre 2011 e 2014
Entre os parlamentares que faltaram proporcionalmente a mais de um ano do mandato, há figuras controversas, como o Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que causou polêmica em sua passagem pela presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias, e Paulo Maluf (PP-SP), incluído na lista de procurados da Interpol. Feliciano, por exemplo, faltou a 100 (25,4%) das 393 sessões deliberativas. Todas as faltas dele foram justificadas.
Quarto mais faltoso da legislatura passada, Maluf foi além: deixou de comparecer a mais da metade das reuniões em plenário. Foram 195 presenças e 198 faltas no período. Além dele, outros três deputados faltaram o equivalente a dois anos do mandato. João Lyra (PSD-AL), Nice Lobão (PSD-MA) e Zé Vieira (Pros-MA) encabeçam a lista dos mais ausentes. Maluf explica que todas suas ausências foram justificadas e que a Mesa Diretora acatou suas licenças médicas.
Eleito em 2010 como o parlamentar mais rico de todo o Congresso, com patrimônio declarado de R$ 240 milhões, o usineiro João Lyra foi o deputado mais ausente da última legislatura. Ele acumulou 227 faltas (todas justificadas) durante os quatro anos, ou seja, apareceu em apenas 42% das sessões. Ao longo do mandato, respondeu a processo no Supremo Tribunal Federal (STF) pela acusação de trabalho escravo. O processo continua em instância inferior da Justiça. De acordo com a assessoria de Lyra, o ex-parlamentar não fala mais sobre fatos relacionados às suas atividades políticas.
Nice Lobão deixou de comparecer a 60% das 365 sessões em que exerceu mandato. A ex-deputada somou 222 faltas, cinco a menos que João Lyra. Nice é esposa do senador Edison Lobão (PMDB-MA), também investigado na Lava Jato. Curiosamente, é mãe do campeão de faltas no Senado, Lobão Filho (PMDB-MA), que exerceu o mandato entre 2011 e 2014. A ex-deputada alega que suas ausências decorreram de problemas de saúde, justificadas em atestados médicos. Maranhense como Nice, Zé Vieira faltou a 53% das reuniões que a Câmara reservou para votação em quatro anos.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
Diante da brutal agressão aos senadores brasileiros, Dilma mente, defende e apoia a ditadura assassina de Maduro.
(Estadão) A presidente Dilma Rousseff ficou muito irritada com todo este problema criado pelos senadores de oposição, liderados pelo tucano Aécio Neves (PSDB-MG), que decidiram ir à Caracas para uma visita de solidariedade aos representantes da oposição venezuelana, que estão presos no país vizinho, acusados de incitar o uso da violência nos protestos de 2014 contra o presidente Nicolás Maduro. Dilma achou que esta iniciativa da oposição colocou o governo brasileiro em uma espécie de "armadilha", criando um "constrangimento" para o Brasil. O Planalto considera que a viagem foi uma intromissão em assuntos internos da Venezuela.
No final desta tarde de quinta-feira o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), ligou para a presidente Dilma para conversar sobre a saia justa enfrentada pelos senadores naquele país, onde foram hostilizados por manifestantes pró-Maduro, quando estavam a caminho de uma reunião com opositores. No entendimento do governo, se os venezuelanos decidissem vir ao Brasil, por exemplo, verificar alguma de nossas condições, o Congresso brasileiro, assim como o governo federal, rechaçariam a ideia e criariam obstáculos.
É MENTIRA DA DILMA!
Em junho de 2011, a ONU enviou missão ao Brasil para verificar as condições das cadeias brasileiras, especialmente as que recebem menores. Clique aqui para ler. Ninguém bateu na comitiva. Ninguém bloqueou seus caminhos. A ONU fez o seu trabalho, mesmo que o governo petista não gostasse. O que os senadores brasileiros estavam fazendo na Venezuela era uma missão humanitária, tentando demover presos políticos de greve de fome e levando-lhe apoio para que o país volte a praticar as cláusulas democráticas do Mercosul.
Da mesma forma, em 2009, parlamentares visitaram a embaixada do Brasil em Honduras, para verificar a situação do exilado Manuel Zelaya, lá mantido pelo governo Lula. Leia aqui. Estas missões são perfeitamente normais em países que mantém relações diplomáticas.
É a covardia, a subordinação, a rendição de Dilma Rousseff e sua diplomacia bolivariana a grande culpada pelos fatos. A Venezuela mandou muito, mas muito dinheiro para eleger petistas no Brasil. Hoje pagamos o preço com falta de soberania. O preço de ter financiado uma ditadura e de ter, por debaixo dos panos, sido financiado pelas comissões que estes negócios escusos renderam.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
‘Janela’ para troca causará debandada em vários partidos
Os deputados devem aprovar a ‘janela’ de 30 dias válida este ano para troca de partido – termo usado para que o político se filie a outra legenda sem risco de perder o mandato, como determina a lei.
Com partidos definhando e muita gente insatisfeita onde está, a demanda é suprapartidária e urgente. Os únicos opositores da ideia são o DEM e o PROS.
O primeiro, porque pode sumir, e o segundo porque deve perder até nove de seus onze deputados, na conta de um deles. As eleições municipais do ano que vem e arranjos locais com tratativas para 2018 são fatores que contribuem para a ‘janela’.
Outro fator que pesa na decisão de a turma aprovar a janela é a cláusula de barreira que limita o fundo partidário para apenas os partidos que elegerem para o Congresso.
Ninguém quer esperar a fundação da REDE, de Marina Silva, e a refundação do PL, de Gilberto Kassab. Temem que as negociações afundem, porque há muito contra em jogo.
O DEM, por exemplo, pode perder um dos seus maiores expoentes, o prefeito de Salvador, ACM Neto, que ontem participou da reunião do Pacto Federativo promovido pelo Senado.
terça-feira, 16 de junho de 2015
Eduardo Cunha não é um: é 267.
O PT é um partido completamente perdido. Ao atacar de forma agressiva o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ) atacou os 267 deputados que o elegeram em primeiro turno para o cargo. E a quem lidera. Os petistas tiveram a resposta que mereciam, com ameaça de rompimento, fim da aliança e adeus governabilidade. Conhecendo-se Cunha, a vingança vira à galope, com mais pautas bomba para retaliar o governo decadente e incompetente de Dilma. Por linhas tortas, Cunha está fazendo um bem ao país.
Da Folha: Incomodado com ataques de setores do PT e movimentações de ministros para mudar a articulação política do governo, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), afirmou que a aliança entre o PT e o PMDB pode ser rompida caso os desentendimentos entre os dois partidos se agravem.
A fala é uma referência às indicações de que o núcleo mais próximo da presidente Dilma Rousseff estaria atuando para esvaziar as atribuições do vice-presidente, Michel Temer, na coordenação política do governo federal, como revelou a Folha.
"No momento, temos compromisso com o país e a estabilidade, mas isso não quer dizer que vamos nos submeter a humilhação do PT", afirmou o presidente da Câmara no microblog Twitter. "O PMDB está cansado de ser agredido pelo PT constantemente e é por isso que essa aliança não se repetirá. Talvez tivesse sido melhor que eles aprovassem no congresso [do PT] o fim da aliança. Não sei se num congresso do PMDB terão a mesma sorte", acrescentou.
As ameaças ao PT já tinham sido feitas pelo peemedebista em entrevista ao jornal "O Estado de S. Paulo" publicada neste domingo (14). Cunha disse que a aliança entre os dois partidos não se repetirá em 2018.
Ao fim do congresso do PT, no sábado (13), o partido rejeitou a revisão da política de alianças, que tem como principal aliado o PMDB. Apesar da decisão, dirigentes petistas gritaram "fora, Cunha" enquanto era discutida a proposta sobre o rompimento com o PMDB e demais partidos aliados.
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