quinta-feira, 12 de março de 2015

Renan torna-se maior opositor a Dilma no Congresso


Sentindo-se traído pelo Planalto na Lava Jato, presidente do Senado agora se vê à vontade para contrariar o governo em tudo: do ajuste fiscal até um eventual pedido de impeachment presidencial




Marcos Oliveira/Ag. Senado
Renan e Dilma na cerimônia de posse do segundo mandato, quando ele ainda era visto como um aliado "complicado"
“Não é independência, é oposição. E é um movimento sem volta. Não existe a hipótese de ele voltar a apoiar esse governo”. O governo em questão é o de Dilma Rousseff. “Ele” é o presidente do Senado, Renan Calheiros, de quem o autor da frase acima é um dos interlocutores mais frequentes. Por trás de tamanha indignação, um fato – a inclusão de Renan entre os políticos que responderão a inquéritos criminais por envolvimento com o desvio de recursos na Petrobras – e várias interpretações.

Uma delas é bastante aceitável. O Planalto adorou mesmo ver o sulfuroso noticiário sobre a Petrobras mudar de cenário, migrando lá para o Congresso, no outro lado da Praça dos Três Poderes. Deu até uma mãozinha, vazando que Renan e o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, estavam entre os políticos incluídos na famigerada “lista de Janot”.  Pode-se, pois, concluir: se não jogou deliberadamente a crise da Petrobras no colo do Congresso, como se tornou voz corrente na Câmara e no Senado, o governo no mínimo se alegrou com a perspectiva de enfraquecimento de um desafeto assumido (Cunha) e de um aliado que Dilma e arredores sempre consideraram “complicado” (Renan).
Menos substância tem o sentimento, compartilhado por Renan, Cunha e quase todos os “listados”, de que o governo teve ação determinante na escolha dos nomes que o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, submeteu ao Supremo Tribunal Federal (STF) ao encaminhar os pedidos de inquérito contra as autoridades com foro privilegiado denunciadas pelos delatores da Operação Lava Jato.
Fosse assim, não teria Janot proposto inquérito contra dezenas de políticos governistas e apenas um da oposição. Nem teria deixado em dúvida a origem dos recursos usados na campanha presidencial de Dilma em 2010. Não descartou, nem confirmou, a possibilidade de aquela campanha ter contado com dinheiro subtraído ilegalmente da Petrobras.
Apenas disse que não lhe competiria investigar o fato, já que a Constituição impede a “investigação do presidente da República, na vigência de seu mandato, sobre atos estranhos ao exercício de suas funções”.
Até onde vai Renan
Renan está irritadíssimo com Janot. Cobra dele, além da inclusão do seu nome na famosa lista, a falta de oportunidade para se defender antes do envio do pedido de inquérito ao STF – procedimento, aliás, que jamais foi a praxe do Ministério Público Federal. Mas, se passou a ver o MP e seu chefe maior como adversários, Renan não pretende estimular a formação de uma CPI para fustigar o Ministério Público, como chegou a se especular. E, sobretudo, é Dilma e não Janot quem o presidente do Senado elegeu como alvo central da sua indignação.
“O Renan era o principal apoio do governo aqui e passou, junto com Cunha e outros, a ser apresentado como o grande vilão da corrupção na Petrobras. Ora, a responsabilidade pelos crimes na Petrobras é de Dilma, é do governo, não pode ser imputada ao Congresso”, diz um senador tomando as dores do presidente do Senado e garantindo que “ele não vai deixar barato”.
recusa ao convite para jantar com Dilma e a devolução da medida provisória que eleva a tributação sobre a folha de pessoal , segundo esse parlamentar, são “a rota de partida, não de chegada” das retaliações de Renan contra o Planalto.
No próximo lance, ele colocará em votação na sessão do Congresso marcada para as 11h desta quarta-feira (11) o veto à correção da tabela do Imposto de Renda sobre pessoas físicas. A menos que Dilma demonstre nas próximas horas uma habilidade política que até este momento permaneceu oculta, será mais uma votação em que o governo está condenado à derrota. Como ocorreu quando Cunha, em 1o de fevereiro, bateu o PT na disputa pela presidência da Câmara. Ou, na última quarta-feira (4), quando os deputados votaram pela restrição às possibilidades de nomeações de ministros para o Supremo durante o atual mandato de Dilma ao aprovarem em primeiro turno a PEC da Bengala – por impressionantes 317 votos contra 131.
Até onde irá Renan é uma pergunta que ninguém pode responder ao certo, já que o arrolamento do seu nome entre os investigados da Lava Jato talvez traga à sua autoridade danos ainda difíceis de prever. Por ora, sua situação continua muito confortável no Senado, onde tem o apoio da maioria dos senadores – inclusive da oposição, que aplaudiu o gesto de devolução da MP – e controle absoluto da Mesa.
É com essa força e com a dupla condição de presidente do Senado e do Congresso que ele se apresenta agora para o governo como um “osso” ainda mais duro de roer do que Eduardo Cunha. Este, por suas ligações empresariais, tem defendido com vigor o ajuste fiscal do ministro Joaquim Levy e repudiado qualquer especulação a respeito de um possível processo de impeachment contra Dilma.
Já Renan já deu demonstrações de que não morre de amores nem pelo ministro da Fazenda nem pelo seu pacote fiscal. Quanto ao impeachment, cujo processo se inicia na Câmara e só chega ao Senado para a etapa de julgamento, fiquemos com as palavras do mesmo interlocutor cuja fala deu início a este texto: “A economia vai mal, temos um quadro de insatisfação popular e de crise política. Basta aparecer um fato implicando a Dilma que a coisa terá consequências. De improvável o impeachment passou a ser muito provável”.
Descartando a possibilidade de o Senado abrir processos de cassação contra os acusados da Lava Jato, a mesma fonte afirma que as dificuldades de Dilma no Parlamento estão apenas começando: “Quem está com problema hoje não é quem vai ser investigado na Lava Jato. Inquéritos e ações contra parlamentares sempre existiram e demoram anos até chegarem a algum resultado. O problema é do governo, que perdeu o controle do Congresso. Dilma não tem mais base no Congresso. E o tempo judicial é lento, mas o tempo político é rápido”.
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quarta-feira, 11 de março de 2015

Dilma: 39 ministérios, 70 dias e nada!

 
O retrato da incompetência: 39 ministros que não cabem na foto e nenhuma ação digna de nota para tirar o Brasil da crise.
 
A Dilma foi empossada para o novo mandato há 70 dias, já com uma equipe completa de ministros. De 39 ministros. Até agora, nenhum deles apresentou um só projeto que pudesse ser tido como estratégico para o país sair da crise. Alguns exemplos? O ministro da Justiça está mais preocupado em defender a Presidente da República das suspeitas que esteja envolvida nos escândalos da Petrobras e em tentar interferir no STF e na PGR para blindar seus companheiros petistas. O ministério da Fazenda nada faz diante de um dólar que explode e vai a R$ 3,13, de uma inflação que ruma para os 10% e de uma taxa de juros que sobe a cada mês. Só pensa em aumentar impostos, pois não tem caneta para cortar custos. Os ministérios que atuam junto à produção, como Agricultura, Indústria e Comércio, Relações Exteriores, não mexeram um dedo para abrir novos mercados, essenciais para que o Brasil saia do buraco. São bolivarianos. Não querem mexer com Argentina, Venezuela, Bolívia e o Mercosul continua travando o crescimento do país. Pasmem! O projeto de maior impacto veio do ministérios das Micro Empresas e anunciou-se com alarido que agora se pode fechar uma empresa falida em um dia. Na área social, o que se vê são cortes de programas e obras atrasadas, além do fim de direitos trabalhistas. Na Educação, corte de bolsas, corte de financiamento, corte de programas e nada que possa melhorar a péssima qualidade de ensino em nosso país. O ministério de Dilma é um retrato da incompetência generalizada dos governos petistas. O único projeto é o projeto de poder. E o país que se exploda, já que a culpa é da crise internacional, da seca e não do deserto de ideias da Esplanada dos 39 ministérios.

terça-feira, 10 de março de 2015

Oposição em Camaçari estreita laços para próximas eleições

ESPAÇO DO LEITOR
Vieirinha..................por  email


   


Foto: Divulgação
Vereador Elinaldo (DEM)
Líder da oposição em Camaçari, o vereador Elinaldo (DEM) realizou em sua residência, na manhã desta segunda-feira (9)​ uma reunião com os colegas de parlamento para começar a traçar as estratégias para as próximas eleições municipais e discutir questões administrativas da Câmara de Vereadores. Participaram do encontro Jorge Curvelo, Júnior Borges, Falcão, Zé do Pão, João da Galinha e Sessé Abreu, todos integrantes da oposição. Elinaldo foi reconduzido à liderança da oposição por mais dois anos e Sessé Abreu manteve a liderança do PRTB. ​Elinaldo é pré-candidato a prefeito e conta com o apoio do Democratas e do prefeito ACM Neto, a principal liderança da oposição na Bahia.​ “Estamos estreitando os laços para garantir bons resultados nas próximas eleições, sobretudo nesse momento de grande movimentação política, com um claro desgaste dos governos municipal, estadual e federal diante dos escândalos de corrupção e da fragilidade administrativa. Manter essa proximidade permanente entre os membros da oposição em Camaçari será decisivo para fazer frente ao governo do PT”, afirmou Elinaldo. O vereador aproveitou o café da manhã para pedir a todos os vereadores oposicionistas o engajamento na manifestação contra o governo da presidente Dilma, no próximo dia 15. “A presidente Dilma parece que vive em um mundo paralelo”, ironizou Elinaldo.
Fonte: Politica livre
 
Vieirinha   :   "Elinaldo precisa ficar de antena ligada;alguns dos apoiadores  podem se vender ao sistema Vermelho/Comunista  e deixar ele só.O Vereador tem tudo para alcançar seu objetivo é preciso ficar esperto e vigiar com quem anda, ao lado dele tem muitos fariseus e escribas  "

Governo ficou devendo R$ 320,5 milhões a empreiteiras da Lava Jato em 2014

   Dyelle Menezes e Gabriela Salcedo
   Em 2014, o governo federal deixou de pagar R$ 320,5 milhões às empresas envolvidas em esquemas de corrupção investigadas pela operação da Lava Jato. Os recursos se referem ao pagamento de obras ou serviços já executados pelas empreiteiras e reconhecidos pelo governo, mas que ficaram parados na boca do caixa. Como não foram pagos, os valores foram inscritos como restos a pagar processados em 2015. Em outras palavras, os restos a pagar processados representam as despesas públicas liquidadas, ou seja, nas quais o serviço que deu origem a esse gasto já foi efetuado e reconhecido pelo ordenador de despesas, faltando, apenas, o desembolso efetivo do dinheiro (pagamento). Do total de restos a pagar processados tranferidos para esse ano, R$ 293,3 milhões são referentes a serviços prestados em 2014. Os outros R$ 27,2 milhões foram reinscritos, isto é, referem-se a empreendimentos finalizados em anos anteriores. O levantamento realizado pelo Contas Abertas não leva em consideração contratos que estão em curso com a Petrobras e outras estatais, contratante de boa parte dos serviços das empreiteiras investigadas. Além disso, só se refere aos compromissos do govero federal com as empresas, excetuando, assim, estados e municípios. À Construtora Queiroz Galvão, o governo deve R$ 105,9 milhões, o maior montante entre as empreiteiras. O valor é composto praticamente por obras e serviços que não foram pagos em 2014. A maior parcela, R$ 85,5 milhões, é relativa às obras de integração do Rio São Francisco com as Bacias dos Rios Jaguaribe. De anos anteriores, o governo deve apenas R$ 195,6 mil à empresa. A Construtora Norberto Odebrecht virou o ano com R$ 91,2 milhões para receber do governo federal. O valor inteiro é referente a empreendimentos entregues em 2014. O montante ser refere à implantação de estaleiro e base naval para construção e manutenção de submarinos convencionais. A Constran, empresa da holding UTC, é a terceira com maior crédito com o governo. A ela, o governo pode pagar, em 2015, R$ 47 milhões decorrentes dos restos a pagar. Do total, R$ 20,6 milhões vem de anos anteriores a 2014. Entre os restos a pagar processados inscritos está a adequação de trecho rodoviário de Porto Alegre a Pelotas, no Rio Grande do Sul (R$ 10,3 mil), e a construção da ferrovia norte-sul (R$ 16,1 milhões). O presidente da Constran, João Santana, acusou o governo Dilma de usar a operação Lava Jato como desculpa para atrasar o pagamento das empreiteiras envolvidas no caso. “O governo está usando essa coisa de Lava Jato para aproveitar e não pagar ninguém. [...] Eu tenho quase 60 anos e nunca vi um governo numa situação como essa. Ele não paga fornecedor,” disse ele ao jornal O Estado de S. Paulo. Com o adiamento dos pagamentos de obras e serviços prestados em 2014 e a falta de pagamento das obras que ainda estão sendo tocadas – além das dúvidas sobre as consequências das apurações da Lava Jato – as empresas financeiramente inseguras, com dívidas que vencem no curto prazo e bancos que fecham a torneira do crédito. A OAS foi a primeira a sentir tais efeitos e já jogou a toalha. A empreiteira, para qual o governo deve R$ 11,5 milhões, inscritos nos restos a pagar processados de 2015, deu calote de R$ 130 milhões ao deixar de pagar juros e dívidas que venciam em janeiro, mesmo com R$ 1 bilhão em caixa. De acordo com a agência de classificação de risco Fitch, que rebaixou a nota da empresa duas vezes em menos de uma semana, a OAS tem a situação mais complicada entre as investigadas pela Lava Jato. Por conta de dívidas de aproximadamente R$ 2 bilhões, que vencem até 2016, é alto o risco de que o esse caixa seja consumido rapidamente, já que grandes altas não são previstas: a OAS não vem recebendo pelos projetos em parceria com a Petrobras. Com esse cenário, a previsão é de que a maior parte das empresas com o caixa afetado após a operação Lava Jato entrem com pedido de recuperação judicial. De acordo com o especialista em Direito Tributário e professor da Fundação Getúlio Vargas, Fernando Zilveti, essa é a alteranativa mais viável para ganhar tempo e negociar com credores e fornecedores. “Dificilmente conseguirão vender seus ativos a preços competitivos para fazer caixa”, explicou ele. A ameaça de venda de ativos, bem como demissões em massa e paralisação das obras, para o professor, pode ser interpretada como uma espécie de “chantagem” das empresas para que o governo intervenha nos processos judiciais. Se realmente houver venda, a Fitch espera que alguns ativos das construtoras, embora bastante valiosos e com interessados, sofram descontos em seu valor, por causa da conjuntura negativa que enfrenta as empreiteiras. Restos a pagar não processados Considerados os valores combinados em todos os contratos celebrados entre a União e as empreiteiras, a dívida chega a R$ 1,2 bilhão. O aumento se deve em razão dos restos a pagar não processados, aqueles que tiveram as despesas empenhadas, reservadas no orçamento para gasto futuro, mas não foram liquidados, ou seja, não há o reconhecimento do governo quanto à prestação de serviço. As despesas direcionadas as empreiteiras investigadas pela Lava Jato, que ficaram paradas na fase do empenho em 2014, somam R$ 881,5 milhões. Do montante, R$ 590 milhões foram inscritos do ano passado nos restos a pagar não processados de 2015 e R$ 291,5 milhões de anos anteriores. O Ministério da Fazenda, em nota enviada ao jornal Valor Econômico, disse que R$ 38,8 bilhões já foram pagos em restos a pagar em janeiro deste ano. Contudo, o órgão não dispõe de informações sobre pagamentos e créditos específicos das empresas em questão, já que este detalhe estaria no âmbito dos ministérios em que as despesas foram realizadas - See more at: http://www.contasabertas.com.br/website/arquivos/10746#sthash.dkXRatGf.dpuf

segunda-feira, 9 de março de 2015

“Estou cagando e andando na cabeça desses cornos”, diz vice-governador investigado

Um dos 35 políticos que serão investigados no principal inquérito do petrolão, João Leão (PP) afirma não entender por que seu nome foi incluído numa “zorra dessas” e que “nem conhecia esse povo”





Diógenis Santos/Ag. Câmara
João Leão: "Estou cagando e andando, no bom português, na cabeça desses cornos todos. Sou um cara sério, bato no meu peito e não tenho culpa"
Incluído no principal inquérito da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF), o atual vice-governador da Bahia, João Leão (PP), disse estar “cagando e andando, no bom português, na cabeça desses cornos todos”. Ex-deputado federal, Leão afirmou, por meio de nota, não entender por que será investigado, pois “nem conhecia esse povo”. O vice-governador responderá por formação de quadrilha e corrupção.
Atual secretário estadual de Planejamento, João Leão se define como um “cara sério” que pode bater no peito para dizer que não tem culpa. Ele suspeita ter sido arrolado no inquérito por ter recebido na eleição de 2010 doações da empreiteira OAS, uma das investigadas na Lava Jato. “Mas quem recebeu recursos legais, na conta legal, tem culpa?”


" DATA VENIA" Sério aonde ? um cara que desrespeita os baianos e brasileiros e as instituições, tira onda  com o povo, não merece credibilidade, TEM QUE RENUNCIAR  IMEDIATAMENTE, FORA LEÃOZINHO, PEÇA PARA CAGAR E SAIA JÁ   !!!
toudeolhoemademar13.blogspot.com

Quem és tu, Lula, para falar de ética, moralidade?

ESPAÇO DO  LEITOR
Gabriel de Camaçari................por email












SHEILA SUZART
Brasileiros:
Quem és tu, Lula, para falar de ética, moralidade?
Além de tudo isso, incita o MST para a prática da violência, cometendo crime contra a Ordem Pública, contra a Soberania Nacional!
Quem não te conhece que te compre!

 
"TÍTULO XII
DOS CRIMES CONTRA O ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO
CAPÍTULO I
DOS CRIMES CONTRA A SOBERANIA NACIONAL

Atentado à soberania

Art. 360. Tentar submeter o território nacional, ou parte dele, ao domínio ou à soberania de outro país:

I - empreendendo ação para ofender a integridade ou a independência nacional; ou

II - executando ordem ou determinação de governo estrangeiro que ofenda ou exponha a perigo a soberania do País:

Pena – reclusão, de quatro a doze anos.

Traição

Art. 361. Entrar em entendimento ou negociação com governo ou grupo estrangeiro, ou seus agentes, com o fim de provocar guerra ou atos de hostilidade contra o País, desmembrar parte do seu território, ou invadi-lo:

Pena – reclusão, de três a doze anos.

§ 1o Incorre na mesma pena quem incita, publicamente, governo estrangeiro para promover guerra ou hostilidade contra o País.

§ 2o Aumenta-se a pena de metade até o dobro, se declarada a guerra, desencadeados os atos de hostilidade, desmembrada parte do território ou efetivada a invasão."

No Brasil, existem casos de aplicação de dois pesos e duas medidas: uns são penalizados por suposta prática de crimes contra a Soberania Nacional, enquanto outros, como o Ex-Presidente Lula, convoca, estimula, incita esse Movimento dos Sem-Terra para irem às ruas, instigando a prática da violência, quando o povo brasileiro possui pleno direito de exercer o seu direito de cidadania, de protestar contra a falta de ética e de moralidade por parte dos corruptos e corruptores, sobretudo contra a prática do crime de corrupção que se institucionalizou no nosso país!
 
Aonde está os ditames da Democracia, Senhor "Lula", um ex-Presidente da República que deveria dar o exemplo, fazer valer a frase que ostenta na nossa Bandeira Nacional: a Ordem e o Progresso, é o primeiro a invocar a desordem?
É inaceitável!
Aonde está a Suprema Corte que faz vistas grossas, ante a um Ex-Presidente que, claramente, comete ato que vai de encontro à Soberania Nacional?
Dois pesos e duas medidas, essa não é a Justiça que eu defendo e jamais defenderei enquanto Cidadã e pessoa voltada à prática da legalidade dos atos praticados e contra, veementemente, a atos de vandalismo e corrupção generalizada!
Lei de Segurança Nacional - Lei 7170/83 | Lei nº 7.170, de 14 de dezembro de 1983,
define os crimes contra a segurança nacional, a ordem política e social, estabelece seu processo e julgamento e dá outras providências.
O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, faço saber que o CONGRESSO NACIONAL decreta e eu sanciono a seguinte Lei:
TÍTULO I
Disposições Gerais
Art. 1º - Esta Lei prevê os crimes que lesam ou expõem a perigo de lesão:
I - a integridade territorial e a soberania nacional;
Il - o regime representativo e democrático, a Federação e o Estado de Direito;
Ill - a pessoa dos chefes dos Poderes da União.
Art. 2º - Quando o fato estiver também previsto como crime no Código Penal.
Agora, o Código Penal - Decreto Lei 2848/40
no Código Penal Militar ou em leis especiais, levar-se-ão em conta, para a aplicação desta Lei:
I - a motivação e os objetivos do agente;
II - a lesão real ou potencial aos bens jurídicos mencionados no artigo anterior.
Art. 3º - Pune-se a tentativa com a pena correspondente ao crime consumado, reduzida de um a dois terços, quando não houver expressa previsão e cominação específica para....
O mais importante é o que consta no Art. 23, da referida Lei de Segurança Nacional:
"Incitar:
I - à subversão da ordem política ou social;
II - à animosidade entre as Forças Armadas ou entre estas e as classes sociais ou as instituições civis;
III - à luta com violência entre as classes sociais;
IV - a prática de qualquer dos crimes previstos nesta Lei.
Pena: reclusão, de 1 a 4 anos.
 
Aqui não é Cuba, Venezuela, muito menos outros países que regem o Regime Socialista Comunista, Senhor "Lula"!
A Justiça e a efetiva prática da lei e suas consequências, tem que partir da Alta Cúpula do Poder Judiciário, que a tudo assiste e fica de braços cruzados, ante a uma barbárie dessa natureza!
Nós não ficaremos parados, estagnados, saibam disso!
Vamos lutar, ordeira e pacificamente pela liberdade do Brasil, que se encontra atrelada a uma lama suja, imunda e podre de corrupção, onde corruptos e corruptores dilapidaram o nosso patrimônio, numa operação Lava-Jato que aponta o maior "assalto" e destruição de um dos nossos maiores ícones, estatais, que é a nossa Petrobrás!
Força, Brasil!
Coragem, Brasil!
Cabeça erguida, povo brasileiro!
Sheila Suzart, Cidadã Brasileira, com muito orgulho!

domingo, 8 de março de 2015

Greve acaba se Caetano devolver o que deve, diz Elinaldo

ESPAÇO DO  LEITOR
Gabriel de Camaçari..........................por email




    


Foto: Divulgação

Líder da oposição em Camaçari, vereador Elinaldo
Líder da oposição em Camaçari, o vereador Elinaldo apresentou neste sábado (7) uma sugestão para acabar com a greve dos professores que tem prejudicado cerca de 40 mil alunos. “Basta Caetano devolver o que deve à Prefeitura e pedir para seus apadrinhados deixarem os cargos que ocupam sem trabalhar. Só com o dinheiro que foi condenado a devolver (são mais de R$ 10 milhões) e a economia com as demissões, a prefeitura poderá pagar uma gratificação bem superior à pedida pelos professores e, com certeza, ainda vai sobrar dinheiro para a construção e reforma de escolas”, disse Elinaldo. De acordo com o vereador, que é pré-candidato a prefeito em Camaçari, o método utilizado por Ademar Delgado (prefeito do município) é o mesmo que foi empregado por Caetano quando administrou a cidade. “Primeiro, Caetano não pode esquecer que faz parte do atual governo. Depois, quando foi prefeito, ele arrochou os salários dos professores e outros profissionais da educação e não pagava o piso da categoria. Sinceramente, acho que Caetano pensa que o povo tem memória curta. Não duvido que, daqui a alguns dias, ele vá para as rádios e jornais dizer que fez campanha para a oposição nas últimas eleições para prefeito e governador”, ironizou Elinaldo.