sexta-feira, 23 de maio de 2014

Coisas que só se vê numa pesquisa Ibope.


A pesquisa do Ibope, publicada hoje, tem coisas que você só vê mesmo numa pesquisa Ibope. No mesmo Ibope que tem contrato de R$ 4,2 milhões com o Governo Federal. Vou enumerar alguns dados impressionantes! Quase inacreditáveis!

Quando o Ibope pergunta em quem o entrevistado votaria e apresenta todos os candidatos, da Dilma ao José Maria. o número de brancos-nulos-nenhum-não sabe chega a 24%. Agora, atenção! Quando o Ibope pergunta a mesma coisa, mas cita apenas Dilma, Aécio e Campos, este número salta para 32%! Ou seja: quanto menos candidatos, mais brancos-nulos-nenhum-não sabe.  O número cresce 8%, mas os nanicos somados têm apenas 5% das intenções de voto

Vejam que interessante! Apenas 16% dos eleitores que têm atéquarta série do Fundamental votam branco-nulo. Já quando o eleitor tem Curso Superior, 23% votam branco-nulo. Na  pesquisa Ibope, quanto menor o grau de instrução, maior a politização. Não é incrível?

Aqui vai outra: o Norte-Centro Oeste com 26% e o Nordeste com 25% respondem menos branco-nulo-nenhum-não sabe do que o Sudeste com 36% e o Sul com 37%. Claro que é uma casualidade que as regiões que votam mais na Oposição estejam em desvantagem em relação àquelas que votam mais no Governo. Aliás, todo o Brasil sabe que o Sul e o Sudeste são menos politizados, não é mesmo?

No caso de um segundo turno entre Dilma e Aécio, adivinha em que região os entrevistados respondem mais branco-nulo-nenhum-não sabe? Tchã, tchã, tchã, tchã! No Nordeste, onde apenas 27% não quer Dilma nem Aécio. No Norte-Centro Oeste, são 26%. No Sul, vejam só, são 36% e no Sudeste são 39%. Novamente, nos redutos mais fortes da Oposição, há maisbranco-nulo-nenhum-não sabe.

Vejam agora que Brasil maravilhoso este do Ibope! Quanto mais pobre o eleitor, menos ele escolhe as alternativas branco-nulo-nenhum-não sabe. Apenas 23% dos que ganham até 1 mínimo marca estas opções de "não voto". Já entre os eleitores que ganham de 1 a 2 mínimos, o percentual salta para 33%. Dos que ganham de 2 a 5 mínimos, a participação de "não voto" é de 36%. E aquela elite raivosa que ganha mais de 5 mínimos marca 30% em branco-nulo-nenhum-não sabe. Marca 7% menos do que os que ganham menos de um salário. No Brasil ibopeano, quanto mais pobre mais politizado é o eleitor. Principalmente porque são os mais pobres os que mais votam no Governo Federal.

Eu só posso dizer uma coisa diante destes números. Eu quero morar no Brasil das pesquisas eleitorais do Ibope! Clique aqui e confirme no próprio Relatório.
Blog coronel

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Odebrecht financia fornecedor de obra do porto de Cuba


Responsável pela modernização do porto de Mariel, construtora repassou R$ 3 milhões a empresa que depois inspecionaria terminal. Secretário do Coaf estranha procedimento em negócio que envolve financiamentos do BNDES

Dilma e Castro inauguram porto: secretário do Coaf diz haver possibilidade de “desvio de recursos públicos”
Uma das maiores empreiteiras do país e de propriedade de uma das dez famílias mais ricas do Brasil, a Odebrecht financia fornecedor das obras do porto de Mariel, em Cuba, um investimento orçado em US$ 957 milhões, dos quais US$ 692 milhões (R$ 1,52 bilhão) bancados com dinheiro público brasileiro por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Documentos e informações obtidas pelo Congresso em Foco mostram que, dois anos depois de iniciar a modernização do terminal portuário, a construtora fez um empréstimo de R$ 3 milhões à empresa de consultoria de projetos Noronha Engenharia. Em 2013, 
sem
 terminar depagar a dívida, essa empresa assinou um contrato pelo qual receberia mais R$ 3,6 milhões da Odebrecht para certificar a qualidade das estruturas do porto. De acordo com a construtora e com a própria Noronha, o empréstimo de dois anos atrás não foi quitado até hoje.
As explicações das duas empresas foram prestadas ao Congresso em Foco depois de a reportagem questionar sobre mensagem de correio eletrônico (ver abaixo), obtida pelo site e supostamente enviada por funcionários da Odebrecht, para a Noronha Engenharia. Nela, um economista do setor financeiro da construtora lista os pagamentos feitos à Noronha motivados pela inspeção na obra e, ao lado de cada um, relaciona “pagamentos-espelho” que a consultoria deveria fazer à empreiteira responsável por modernizar o porto cubano.
Há duas semanas, a reportagem apresentou essa mensagem eletrônica à empreiteira – que, no primeiro momento, não explicou a natureza dos pagamentos – e narrou seu conteúdo ao diretor da Noronha, o engenheiro Bernardo Golebiowski. Uma assinatura semelhante à do engenheiro está anotada à caneta na reprodução do email, informando pagamentos que sua empresa fez à construtora do porto de Cuba.
Em nota ao site, Golebiowski disse que a referência à obra do porto na mensagem se deu porque sua empresa se comprometeu a pagar o empréstimo com “ingressos relativos a serviços prestados ao próprio grupo Odebrecht, o que inclui o contrato para (…) Cuba”. A reportagem também exibiu o documento ao secretário-executivo do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), Ricardo Liáo, que achou a situação estranha e merecedora de mais esclarecimentos, para ser afastada qualquer suspeita de “desvio de recursos públicos”.
Somente depois disso, na semana passada, a Odebrecht se manifestou novamente. Disse que “não reconhece a autenticidade do suposto email”. Confirmou a versão do empréstimo para justificar os pagamentos da Noronha, desassociando-os da obra em Cuba. Afirma que tudo foi legal, ou seja, que os serviços de consultoria foram efetivamente prestados. A assessoria da empreiteira forneceu cópia da transferência bancária de R$ 3 milhões para a conta da Noronha, em 2012, que seria o financiamento concedido à fornecedora de serviços. Sem dar cópias, a Odebrecht exibiu um contrato de empréstimo e um aditivo, com datas de 2012 e 2013, mas sem registros ou firmas em cartório.
Já de acordo com as mensagens de email, não reconhecidas pela Odebrecht, dos R$ 3,6 milhões pagos pela construtora à Noronha pela certificação das estruturas, R$ 2,5 milhões deveriam retornar à Odebrecht. O montante equivale a 70% do combinado, descontando-se apenas o imposto pago pela consultoria. De acordo com o email e as anotações feitas à mão, supostamente de Golebiowski, foram pagos à construtora entre R$ 1,26 milhão e R$ 1,46 milhão até dezembro do ano passado.
Empréstimo e sigilo
Procurados pelo Congresso em Foco, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio e o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), representantes do governo brasileiro no acordo com Cuba, não comentam a operação da empreiteira com a consultoria. O MDIC decretou sigilo por 25 anos de todos os financiamentos concedidos para projetos no exterior, a exemplo de Mariel.
A reportagem questionou ao BNDES se certificações de qualidade eram exigências do banco para a concessão de empréstimo, mas a assessoria disse que deveriam ser observadas apenas as regras ambientas, trabalhistas e “legais”. “Em todo e qualquer projeto de financiamento a exportações de bens e serviços brasileiros, quem cabe avaliar qualidade de projeto executado pela empresa exportadora é a empresa que contrata o serviço de execução das obras. Esse papel não é do BNDES.” O banco afirma ter feito vistorias técnicas em Cuba para aferir os pagamentos feitos pela Odebrecht e, assim, garantir o repasse das parcelas do financiamento bilionário na conta da empreiteira brasileira.
*Fontes: Papéis obtidos pelo site, Odebrecht, Noronha e Palácio do Planalto. Clique para ampliar
Fase
No final de janeiro, a presidente Dilma Rousseff inaugurou a primeira etapa da reforma do porto ao lado de Raúl Castro e do presidente da Odebrecht, Marcelo Odebrecht. O sigilo nesse tipo de financiamento é contestado pela oposição, que reclama da destinação de dinheiro público brasileiro para outros países. A empreiteira brasileira foi escolhida pelo governo cubano, segundo o BNDES. As obras em Mariel começaram em 2010.
Contratada para certificar as obras do porto de Mariel, a Noronha Engenharia é uma consultoria conhecida no mercado. Com 82 anos de atuação no Rio de Janeiro, fez o estudo de viabilidadeda ponte Rio-Niterói, em 1968. Atualmente, porém, enfrenta dificuldades financeiras, segundo sua própria diretoria.
Vaivém de dinheiro
O contato entre as duas empresas previa que a Odebrecht-COI, subsidiária da empreiteira baiana, pagaria R$ 3,6 milhões à consultoria – divididos em 12 parcelas, de abril do ano passado até março de 2014. O serviço era conferir a qualidade de nove pontes que dão acesso ao terminal portuário e também do edifício administrativo de Mariel. De acordo com o contrato COI-Cuba-Prodi 05.13 e seu aditivo, aos quais o Congresso em Foco teve acesso, “o pagamento dos serviços executados” seria feito “sob amparo do financiamento concedido pelo governo brasileiro”. O acordo entre as duas firmas prevê o repasse de três parcelas iniciais de R$ 466 mil, nove de R$ 233 mil, além de dois pagamentos de R$ 55 mil cada.
As propostas, os aditivos, o contrato, as notas fiscais e os recibos de pagamento vinculados a depósitos bancários obtidos mostram que o serviço feito pela Noronha em Cuba foi pago pela Odebrecht normalmente. Mas, em 18 de dezembro do ano passado, uma mensagem de correio eletrônico da área financeira da Odebrecht, revela que os valores estavam voltando para a empreiteira na mesma velocidade com que eram pagos à consultoria. A construtora nega a autenticidade desse email.
Dilma: porto é “símbolo” de amizade entre Cuba e Brasil, que tem “orgulho” da parceria
Encontro de contas
A mensagem “Encontro de contas” revela um fluxo de pagamentos. Sua autoria é creditada a José Roberto dos Santos, economista que trabalha na área financeira da Odebrecht. Pela versão à qual o Congresso em Foco teve acesso, a mensagem é endereçada a outro funcionário da construtora, Marcos Grillo, que trocaria correspondências com o diretor-técnico da Noronha, o engenheiro Bernardo Golebiowski.
No email, cuja veracidade é contestada pela Odebrecht, Roberto questiona Grillo por que a empreiteira só havia recebido seis parcelas de volta da Noronha. “Essa informação não fecha com os ingressos recebidos esse ano e registrados (…). Nós recebemos 6 parcelas de R$ 210.000,00 conforme o quadro a baixo [sic]”, pergunta o economista. Ou seja, a Noronha teria repassado R$ 1,2 milhão à empreiteira responsável pelas obras do porto de Mariel.
Abaixo do texto, a mensagem atribuída a José Roberto apresenta uma planilha que lista os pagamentos feitos pela Odebrecht à Noronha, exatamente nos valores previstos pelo contrato COI-Cuba-Prodi 05.13. Ao lado de cada cifra, inclui o desconto de 1,5% do Imposto de Renda que a consultoria deveria arcar. Assim, a cada pagamento à Noronha, correspondia um pagamento “líquido” de R$ 210 mil para a Odebrecht.
Coaf
O fluxo de pagamentos entre a Odebrecht e a Noronha desperta dúvidas no secretário-executivo do Coaf. Segundo Ricardo Liáo, as movimentações financeiras registradas entre a Odebrecht e a Noronha precisam ser esclarecidas.
Em entrevista ao Congresso em Foco, Liáo disse ver “uma relação financeira com uma via, mas que, na verdade, sugere duas”. Para ele, é preciso saber, com absoluta segurança, por que a consultoria pagou à empreiteira. Seria necessário uma documentação farta e robusta para dizer, cabalmente, que tudo não passou de um empréstimo ou outra operação legal. Além disso, é preciso considerar que a origem de todos os negócios é um financiamento do BNDES, um banco estatal que concede crédito a juros subsidiados. “A título de quê? Tem bom contrato ou é por fora? Se for por fora, aí é propina ou suborno. Não deixa de ser uma forma de desvio de recursos públicos”, afirmou Liáo.
Como fornecedora costumeira da Odebrecht, a Noronha vem recebendo diversos repasses financeiros da construtora em projetos pelo mundo nos últimos anos. Mas, segundo representantes da empreiteira, o comprovante de transferência de R$ 3 milhões se refere, sim, aocontrato de empréstimo de 2012. Um contrato sem aval de cartório.
Resumo da planilha (ver fac-símile acima)
Plano/ PagtoValor para a NoronhaCusto Noronha (impostos)Valores líquidos para a OdebrechtData de pagamento
abr/13R$ 466 milR$ 23 milR$ 210 milmai/13
mai/13R$ 466 milR$ 23 milR$ 210 miljun/13
jun/13R$ 466 milR$ 23 milR$ 210 milago/13
jul/13R$ 233 mil
+R$55mil
R$ 23 milR$ 210 milout/13
ago/13R$ 233 mil
+R$ 55mil
R$ 23 milR$ 210 milnov/13
set/13R$ 233 milR$ 23 milR$ 210 mildez/13
out/13R$ 233 milR$ 23 milR$ 210 mil
nov/13R$ 233 milR$ 23 milR$ 210 mil
dez/13R$ 233 milR$ 23 milR$ 210 mil
jan/14R$ 233 milR$ 23 milR$ 210 mil
fev/14R$ 233 milR$ 23 milR$ 210 mil
mar/14R$ 233 milR$ 23 milR$ 210 mil
TotalR$ 3,6 milhõesR$ 2,5 milhões
Conforme exigências
A planilha atribuída à Odebrecht mostra que, dos R$ 3,6 milhões pagos, nada menos que R$ 2,5 milhões deveriam ser pagos de volta, ou por outro motivo, à própria empreiteira responsável pelo porto. No momento, a construtora acusava ter recebido R$ 1,26 milhão.
Ao receber a mensagem de Roberto, o engenheiro Bernardo Golebiowski, da Noronha, imprime o documento e assina anotações à mão, nas quais contabiliza ter pago sete, e não seis, parcelas à Odebrecht – R$ 1,46 milhão. Só restaria uma parcela pendente, a de novembro.
Em notas ao site, a Odebrecht destacou o bom relacionamento com a Noronha e disse que “todas as relações comerciais e financeiras entre as duas empresas são realizadas conforme as exigências legais”. Representantes da empresa que conversaram com o site afirmaram que o empréstimo é motivado por um histórico de parcerias entre as duas empresas.
toudeolhoemademar13.blogspot.com

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Souto reclama de "falta de prioridade da segurança"

ESPAÇO DO LEITOR:
VIEIRINHA.............POR EMAIL








          :
O pré-candidato do DEM ao governo do estado, Paulo Souto, criticou nesta quarta-feira "a lentidão" na instalação dos 22 centros integrados de comunicação da polícia no interior (Cicom); para o ex-governador, "isso demonstra a falta de prioridade da segurança pública" na gestão de Jaques Wagner; "Depois de sete anos, o atual governo só veio inaugurar o 9° centro de comunicação da polícia nesta semana, quando todos os equipamentos necessários à instalação dos 22 Cicoms já estavam disponíveis desde maio de 2007", disse Souto em entrevista ao programa Brasil Urgente, na TV Band

21 de Maio de 2014 às 18:42


terça-feira, 20 de maio de 2014

PRE/BA vai fiscalizar uso da máquina pública para apoiar padrinhos políticos



                                        


       
Além de caracterizar improbidade, as condutas podem ter reflexo eleitoral específico, a exemplo de abuso de poder político
Fiscalizar eventual uso da máquina pública municipal por prefeitos em prol das candidaturas de seus correligionários candidatos a deputado estadual e federal. Este será o principal foco de atuação do Ministério Público Federal nas eleições de 2014. A fim de discutir e definir estratégias de atuação paras as eleições majoritárias deste ano, o procurador Regional Eleitoral na Bahia (PRe/BA), José Alfredo, e o substituto, Ruy Nestor Bastos Mello, reuniram-se com os promotores eleitorais do estado.

Na reunião de trabalho foram definidos os temas prioritários na atuação do Ministério Público nas eleições de 2014, que, por ser majoritária, resulta em uma concentração de atividades na PRE/BA, que tem a atribuição de ajuizar grande parte das ações eleitorais. De acordo com José Alfredo, a Bahia é um estado muito grande e a atuação dos promotores será fundamental. “Sem a intensa fiscalização dos promotores eleitorais o trabalho não será exitoso”. Em razão disso, a PRE editou uma portaria regulamentando a atuação dos promotores eleitorais.

A maior preocupação da PRE, este ano, está no uso da máquina pública pelas prefeituras para apoiar padrinhos políticos. “Além de caracterizar, no mínimo, improbidade, as condutas podem ter reflexo eleitoral específico, a exemplo de abuso de poder político”, afirma José Alfredo. A PRE também fará rígido acompanhamento de eventual abuso de meio de comunicação a favor de determinada candidatura, e terá firme atuação contra doações excessivas, cuja atribuição, neste caso, será dos promotores eleitorais.

Na reunião, ficou definido, ainda, que a PRE enviará recomendações específicas para atuação dos promotores eleitorais nas áreas de festividades populares, propaganda institucional, transferência voluntária de recursos e programas assistenciais. “Os promotores eleitorais têm atribuição para provocar o poder de polícia do Poder Judiciário, fazendo cessar propagandas ilegais”, afirma o PRE.

segunda-feira, 19 de maio de 2014

PSDB processa filhote do LOBÃO, que rima com corrupção

ESPAÇO DO LEITOR
Carlinhos presepada................por email




Edison Lobão Filho (PMDB-MA) é filho do senador Edison Lobão (PMDB-MA). Edinho Lobão, como é chamado, tem uma vasta folha corrida. É suspeito de ser sócio oculto de uma distribuidora de bebidas no Maranhão que teria sonegado R$ 42 milhões, nos idos dos anos 90. Também responde a um processo criminal sobre o funcionamento de uma emissora clandestina de televisão no interior do estado do Maranhão. Além disso, uma construtora da sua propriedade está sendo investigada por desvio de R$ 13 milhões do programa Minha Casa, Minha Vida.

Dias atrás, num comício, Edinho caluniou Aécio Neves, afirmando que ele é contra a Bolsa Família. A mentira foi gravada. Coordenador jurídico da campanha de Aécio, o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) convocou a imprensa nesta tarde para apresentar o vídeo. 

Sampaio disse que o senador cometeu crime de propaganda eleitoral antecipada negativa, sujeito a multa de R$ 25 mil pela Justiça Eleitoral. O PSDB também estuda processar Lobão Filho pelo crime de injúria pelas ofensas feitas a Aécio. "É uma prova inequívoca da postura nefasta que vem sendo adotada pelo PT em suas propagandas eleitorais, incutindo o medo baseado na mentira. E essa mentira em sendo propalada pelos nossos adversários políticos. É um senador mentindo deslavadamente sobre a postura do adversário da presidente Dilma, o senador Aécio Neves", afirmou Sampaio.

Edison Lobão, o pai, está na Época deste final de semana, acusado de indicar e acobertar diretores que fraudaram o fundo de pensão dos Correios, o Postalis, em bilhões. Leia aqui. Tal pai, tal filho. De Bolsa Família o Lobinho entende. Ele é suplente do pai no Senado e somente está lá porque o pai segue aprontando no Ministério das Minas e Energia.

PSD de Kassab pode romper aliança com Dilma para apoiar Aécio, diz jornal.







  
Alerta máximo A preocupação do PT com a reaproximação entre Gilberto Kassab e o PSDB não se resume a São Paulo. Começa a ganhar corpo uma articulação para que Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central de Lula, seja vice na chapa de Aécio Neves. A possibilidade de o PSD romper o acordo para apoiar Dilma Rousseff e se aliar aos tucanos nas disputas nacional e paulista levou o Planalto a marcar conversa de Kassab com a presidente nesta semana. Lula também entrou no circuito.
A informação é dacoluna Painel, da Folha de São Paulo deste domingo. A coluna diz que na última sexta-feira (16), Aécio e Meirelles tomaram um café amistoso durante compromisso do tucano na Amcham, a câmara de comércio Brasil-EUA, em São Paulo.
”Um dos entusiastas da opção do ex-presidente do BC como companheiro de chapa do mineiro é o presidente da Força Sindical e do SDD, Paulinho da Força (SP)”, completa o Painel.

domingo, 18 de maio de 2014

SEI NÃO ? : Prioridade do PT é vencer no Sudeste, diz Rui Falcão




 
O presidente nacional do PT, Rui Falcão, declarou que a prioridade do partido é vencer as eleições estaduais nos estados do Sudeste onde há mais poder econômico, mais deputados e “há mais mídia operando contra o partido”. A afirmação foi feita durante encontro de delegados do partido em Manaus neste sábado, 17.
— Eu quero ganhar em Minas, Rio e São Paulo, mas se ganhar em um destes estados já faz muita diferença, porque uma vitória lá (no Sudeste) pode mudar a correlação de forças (políticas) — afirmou Falcão. O presidente nacional do PT disse ainda que o partido terá candidatos próprios ao governo em 12 ou 14 estados.
Sobre os protestos contra a Copa do Mundo, Falcão defendeu a realização do evento ao dizer que o país investiu, desde 2007, R$ 18 bilhões em obras relacionadas a Copa e , segundo ele, neste mesmo período, os investimentos em saúde e educação ultrapassaram R$ 800 bilhões:
— Ninguém tá tirando dinheiro da saúde e educação para colocar nas Arenas, mas não se faz copa sem estádio, assim como não se faz país sem saúde e educação — afirmou. Em outro momento do discurso, Falcão ainda criticou indiretamente o PSB por querer mudar o programa do partido.(Álisson Castro, O Globo)