domingo, 9 de agosto de 2015
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Luís Argolo o Bebê- Jonhson
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Zé Dirceu boquirroto vermelho
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
UMA BELA LIÇÃO PARA CAMAÇARI
QUANDO NADA TENHO PRA FAZER, PENSO.
O fato é que na base das crises politica e econômica, grassa avassaladora crise moral, seu Luiz .
Algum candango injustiçado na construção de Brasília, praguejou: esses palácios modernos se transformarão numa gigantesca fábrica de ladrões.
Tudo bem, tudo indica que a companheirada do andar de cima do PT meteu a mão na bolsa da viúva para financiar campanhas eleitorais. Mas, aqui pra nós, só eles? E os nossos conhecidos, nossos conterrâneos, estão com os rabos limpos? Se não estão, ruim; se estão, pior, sinal que têm rabos.
O diabo é rápido. Deus é eterno.
A verdade é que os tribunais eleitorais deveriam ser responsabilizados também. Aprovaram contas franciscanas de campanhas nababescaS.
Alguém em sã consciência acredita que a Bolsa de Valores de Nova Yorque vai se submeter à uma lei do Senado brasileiro que restringe a 10 por cento a taxa de juros para as instituições financeiras internacionais que adiantarão 1 bilhão e 200 milhões de reais, convertidos em dolar norte americano ou euro, para algumas prefeituras tapar uma parte do seu buraco financeiro? ham? ham?
Quando a gente pega dinheiro emprestado na financeira ou com o agiota, quem define a taxa de juro? Nós ou Eles? Eles? Então chama o Crivela.
terça-feira, 4 de agosto de 2015
CAMAÇARI : Obra clandestina (Atenção vereador Elinaldo)
Que diferença entre José Dirceu e Marcola?
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Sérgio Moro e Deltan Dallagnol, os heróis dos brasileiros.
Um brasileiro de valor.

O procurador da República Deltan Dallagnol alerta que o Brasil precisa reconhecer que a corrupção não é um problema de um partido ou de um governo. “Ela é sistêmica”, afirma. Ele condena a partidarização do discurso “ou a crença ilusória” de que o País vencerá os malfeitos com a mudança de governos ou partidos. “Precisamos de sistemas e instituições saudáveis. A história nos mostra que a corrupção não tem cor ou partido.”
Deltan Dallagnol integra a força-tarefa da Operação Lava Jato, a mais explosiva ação integrada do Ministério Público Federal e da Polícia Federal já deflagrada contra desvios de recursos públicos – o núcleo central da organização criminosa assumiu o controle de contratos bilionários da Petrobrás e distribuiu propinas a políticos e partidos durante uma década.
Deltan Dallagnol assumiu uma cruzada sem precedentes na história de sua Instituição. Ele quer o que chama de ‘um País mais justo’. “A corrupção sangra o nosso País”, adverte.
Sua meta, e a de seus pares no Ministério Público Federal, é levar ao Congresso um projeto de lei que contemple dez medidas contra a corrupção. O desafio é enorme: “Precisamos de um milhão e meio de assinaturas para que essas ideias se transformem em um projeto, assim como a Ficha Limpa.”
Eis as dez medidas que Deltan Dallagnol prega, endossadas pela Procuradoria-Geral da República:
1) PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO, TRANSPARÊNCIA E PROTEÇÃO À FONTE DE INFORMAÇÃO
2) CRIMINALIZAÇÃO DO ENRIQUECIMENTO ILÍCITO DE AGENTES PÚBLICOS
3) AUMENTO DAS PENAS E CRIME HEDIONDO PARA CORRUPÇÃO DE ALTOS VALORES
4) AUMENTO DA EFICIÊNCIA E DA JUSTIÇA DOS RECURSOS NO PROCESSO PENAL
5) CELERIDADE NAS AÇÕES DE IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA
6) REFORMA NO SISTEMA DE PRESCRIÇÃO PENAL
7) AJUSTES NAS NULIDADES PENAIS
8) RESPONSABILIZAÇÃO DOS PARTIDOS POLÍTICOS E CRIMINALIZAÇÃO DO CAIXA 2
9) PRISÃO PREVENTIVA PARA ASSEGURAR A DEVOLUÇÃO DO DINHEIRO DESVIADO
10) RECUPERAÇÃO DO LUCRO DERIVADO DO CRIME
Leia entrevista no Estadão e assine.
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